Daily Archives: 9 de Março de 2018

CLÁSSICOS E CULTS RAROS EM PROMOÇÃO SÓ NA 2001

A MAIORIA FORA DE CATÁLOGO, INCLUINDO FILMES ACLAMADOS E PRODUÇÕES ICÔNICAS DO CINEMA LGBT, COMO “JOHAN“, “MAURICE” E O DOCUMENTÁRIO “BEFORE STONEWALL“, AGORA COM PREÇO ESPECIAL. 

Entre os filmes selecionados, há obras importantes adaptadas para a telona (“Senhorita Julia“, “Electra“, “Os Vivos e os Mortos“, “Maurice“), clássicos franceses (“Os Amantes“, “Zazie no Metrô“, “As Duas Faces da Felicidade“) e preciosidades como o noir “A Lei dos Marginais“, de Samuel Fuller, “Um Gosto de Mel“, um marco do cinema inglês, “O Condenado de Altona“, baseado em peça de Jean-Paul Sartre, “Esposamante“, com o grande Marcello Mastroianni, “Os Vivos e os Mortos“, último trabalho de John Huston, e um cult por excelência – “Paixão Selvagem“, do cantor e diretor francês Serge Gainsbourg.

Não deixe de adquirir seus filmes favoritos, nem de descobrir produções menos conhecidas, pois os estoques são limitados. Confira a seguir uma pequena amostra com 20 sugestões de nossa equipe. Tem muito mais em nosso site.

Boa sessão “cult”!
Equipe 2001

MADAME DU BARRY

Mestre da farsa sofisticada, Ernst Lubitsch dirigiu este clássico do cinema mudo na Alemanha, logo após a Primeira Guerra Mundial. Estrelado por Pola Negri e pelo maior ator alemão da época, Emil Jannings (“Fausto”), o filme acompanha as peripécias da amante do rei Louis XV da França até sua execução durante a Revolução Francesa.

O ESTUDANTE DE PRAGA

Lançado em 1926, este clássico expressionista do cinema mudo apresenta Conrad Veidt (“O Gabinete do Dr. Caligari”) no papel de um estudante pobre que faz pacto com um estranho que, em troca, rouba o seu reflexo contido no espelho. Uma raridade do cinema alemão, com simbolismos e trama semelhante ao “Fausto” de Goethe.

SENHORITA JULIA

O sueco Alf Sjöberg dirigiu e escreveu esta adaptação da peça homônima do dramaturgo August Strindberg (1849-1912), escrita em 1888, dissecando conflitos sociais seculares por meio do intenso encontro entre uma aristocrata e seu empregado, cuja relação desigual sofre uma inversão – com o dominado passando a dominador. Refilmado em 2014 (“Miss Julie“) por Liv Ullmann, o filme conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

ELECTRA, A VINGADORA

Depois da guerra de 10 anos contra Tróia, Agamenon volta para casa. Em sua ausência, sua esposa, Clitemnestra, esteve nos braços de um amante, que mata Agamenon logo após o seu retorno. Seus filhos, Electra e Orestes, esperam vingar, agora adultos, o assassinato do pai. Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, “Electra” trouxe notoriedade ao grego-cipriota Michael Cacoyannis, que depois dirigiria o sucesso mundial “Zorba, o Grego”(1964).

AS TROIANAS

O cineasta grego Michael Cacoyannis notabilizou-se por sua trilogia de adaptações de grandes tragédias gregas, formada por “Electra, a Vingadora” (1961), “As Troianas” (1971) e “Ifigênia” (1977), todas estreladas por sua musa, Irene Papas, e adaptadas de peças de Eurípides. “As Troianas” não nega sua estrutura teatral, que valoriza ainda mais o trabalho de Papas, Katharine Hepburn, Vanessa Redgrave (foto) e Geneviève Bujold.

A VIDA DE GALILEU

Joseph Losey (de “Uma Estranha Mulher” – também em promoção na 2001) dirige esta versão da peça “Galileu Galilei”, de Bertolt Brecht, com grande elenco britânico (Topol, Edward Fox, Colin Blakely, Margaret Leighton, John Gielgud). Um dos responsáveis pela fundação da ciência moderna, Galileu apoia a teoria de Copérnico, segundo a qual a Terra gira em torno do Sol, e entra em conflito com a Igreja Católica.

O AMANHÃ É ETERNO

Orson Welles interpreta um homem dado como morto na 1ª Guerra e que reaparece – 20 anos depois – desfigurado e com nova identidade. Ele encontra acidentalmente a esposa, Elizabeth (Claudette Colbert), e descobre ter um filho, Drew. Assim, neste clássico melodrama de 1946, o protagonista precise decidir se revela ou não a sua verdadeira identidade.

ZAZIE NO METRÔ

Dirigida por Louis Malle (“Lacombe Lucien”), esta adaptação do livro de Raymond Queneau é uma adorável e excêntrica comédia francesa que transborda criatividade, com montagem e concepção visual elaboradas, e o espírito libertário da Nouvelle Vague. No filme, Zazie, garota do interior da França, tem a chance de conhecer Paris pela primeira vez, passando dois dias na capital francesa. Hospedada na casa de seu tio Gabriel (Philippe Noiret, de “Não Toque na Mulher Branca” – também em promoção), ela cultiva um sonho: andar de metrô.

AS DUAS FACES DA FELICIDADE

Precursora da Nouvelle Vague com “La Pointe Courte” (1954), Agnès Varda (“Cléo das 5 às 7“) dirige esta evocação sem culpa sobre o casamento e o desejo, refletindo sobre o significado da felicidade e a relação conjugal. Visualmente influenciado pela pintura impressionista, este é um dos mais belos trabalhos de uma das grandes diretoras da história do cinema. Nele, um pai de família casado se envolve com outra mulher, mas não quer abandonar a esposa. Prêmio Especial do Júri no Festival de Berlim. Aos 89 anos, Varda concorreu ao Oscar deste ano com o documentário “Visages Villages”.

PRIVILÉGIO

A premissa do filme – um artista que tem sua individualidade sacrificada, transformando-se em um produto – nunca foi tão atual em tempos de astros-relâmpagos. Dirigido pelo influente (e provocador) documentarista britânico Peter Watkins, este clássico de 1967 desconcertou a crítica com seu misto de musical, cinema-verdade e crítica à indústria cultural, em um futuro indeterminado que não esconde suas raízes nas mudanças comportamentais da virada dos anos 1960 para os 1970.

UM BEATLE NO PARAÍSO

Corroteirista do clássico “Doutor Fantástico” (1964), o escritor Terry Southern também escreveu esta anárquica comédia lançada durante a efervescência da Swinging London sessentista. Contando com a colaboração dos ex-Monty Python John Cleese e Graham Chapman no roteiro, esta sátira surreal debocha da moral e dos costumes ingleses em uma série de esquetes com a participação de Raquel Welch, Yul Brynner e Roman Polanski, em papéis bizarros.

OS CRIMES DE OSCAR WILDE

A excelência dos atores ingleses se confirma nesta crônica do processo enfrentado pelo escritor Oscar Wilde (Peter Finch, premiado com o Bafta em 1961) na década de 1890. Acusado de manter um relacionamento com outro homem, o célebre autor de “O Retrato de Dorian Gray” luta pela liberdade, expondo sua homossexualidade numa época em que a mesma era condenada com a prisão.

PAIXÃO SELVAGEM

Estreia na direção do compositor e cantor francês Serge Gainsbourg (1928-1991), a ousada história de amor entre o personagem homossexual de Joe Dallesandro e uma garçonete (Jane Birkin) provocou escândalo com sua crueza e cenas de sexo, além de eternizar a canção “Je T’Aime Moi Non Plus”, composta originalmente para Brigitte Bardot. Serge e Birkin foram casados e tiveram uma filha, a atriz e cantora Charlotte Gainsbourg (“Melancolia”).

ESPOSAMANTE

Em um de seus melhores papéis, Marcello Mastroianni interpreta um comerciante ligado a grupos anarquistas. Dado como morto, ele acompanha, à distância, cada passo da esposa Antonia, que acreditava ser frígida. Antes passiva e inerte, a personagem de Laura Antonelli vive uma fase de renascimento (inclusive sexual), assumindo seus negócios. Este drama romântico dirigido por Marco Vicario fez muito sucesso no Brasil.

MAGNICÍDIO

Mais um trabalho de vanguarda do provocador cineasta britânico Derek Jarman (de “Caravaggio”), uma alegoria sobre a sociedade inglesa em um futuro pós-apocalíptico. Considerado oficialmente o primeiro filme punk da história, “Magnicídio” é um produto de seu tempo, um filme-experimento do diretor apresentando uma Inglaterra caótica e sem-lei, na qual a rainha está morta e as ruas dominadas por gangues de jovens, orgias e violência brutal.

MAURICE

Escrito por E.M. Forster (1879-1970) e publicado postumamente, o romance “Maurice” retrata as dificuldades do personagem-título em lidar com sua homossexualidade na repressora Inglaterra do começo do século XX. A adaptação para cinema é mais uma requintada produção de Ismail Merchant com direção de James Ivory, que, aos 89 anos, acaba de receber o Oscar de melhor roteiro adaptado por filme de temática semelhante, o sucesso indie “Me Chame Pelo Seu Nome” (já em pré-venda na 2001). “Maurice” venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza.

OS VIVOS E OS MORTOS

Último trabalho de John Huston, o filme é considerado seu testamento, com a filha Anjelica Huston no elenco e roteiro (indicado ao Oscar) do filho Tony – uma adaptação do conto “Os Mortos”, de “Os Dublinenses”, escrito por James Joyce. Como outras obras do célebre escritor irlandês, a história é uma meditação em torno do tempo e da memória: em 6 de janeiro de 1904, Dublin (Irlanda) celebra o Dia dos Reis, e, na casa das irmãs Morgan, Julia e Kate, são oferecidos uma ceia e um sarau a amigos e parentes.

EU, CHRISTIANE F., 13 ANOS, DROGADA E PROSTITUÍDA

Dirigido por Uli Edel, o filme é baseado no livro homônimo escrito pelos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck a partir de depoimentos de Christiane Felscherinow. Com cenas fortes, o relato marcou época e continua a chocar, apresentando um retrato melancólico e sem retoques do ocaso de uma jovem que sucumbe ao inferno das drogas. Curiosidade: na trama, Christiane vai a um show do saudoso David Bowie que, além de fazer uma ponta, marca presença na trilha sonora, composta por várias músicas de sua fase alemã, como a inesquecível “Heroes”.

OVOS DE OURO

Famoso por retratar, desde seus primeiros filmes, a sexualidade e as aspirações da classe média espanhola, Bigas Luna dirigiu esta história de ascensão e queda de um típico machão hispânico, cujas motivações materiais compõem um quadro crítico do homem contemporâneo. Com título sugestivo, o filme traz no elenco Javier Bardem, já se notabilizando como galã, e uma pequena participação de Benicio Del Toro. Prêmio Especial do Júri no Festival de San Sebastián.

SEGUNDA PELE

Produção espanhola centrada no dilema vivido pelo personagem de Jordi Mollà (“Profissão de Risco”), dividido entre a sensação de normalidade do casamento e o desejo compartilhado com o amante – interpretado por Javier Bardem, com quem protagoniza ousadas cenas de sexo. Sem apontar culpados, o filme explora a dor advinda da traição, sem esquecer também do ponto de vista da esposa.

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 E S T O Q U E S    L I M I T A D O S

EM EDIÇÕES ESPECIAIS COM CARDS, BUÑUEL, LANG E TARKÓVSKI

OS FÃS DE CINEMA EUROPEU NÃO PODEM PERDER UM DOS LANÇAMENTOS DO ANO: “O CINEMA DE LUIS BUÑUEL“, BOX COM 4 CLÁSSICOS DO MESTRE DO SURREALISMO. ALÉM DA RARIDADE “DR. MABUSE DE FRITZ LANG” E DO DVD DUPLO “ANDREI TARKÓVSKI“, COM 2 OBRAS-PRIMAS DO DIRETOR RUSSO. TRÊS COLEÇÕES IMPERDÍVEIS, EM BELAS EDIÇÕES COM CARDS E INÚMEROS EXTRAS.

O CINEMA DE LUIS BUÑUEL

Box com 3 DVDs que reúne 6 clássicos do diretor surrealista todos em inéditas versões restauradas e mais de duas horas de vídeos extras, incluindo um excelente documentário sobre a obra do mestre espanhol.

Luis Buñuel (1900-1983) nasceu na aldeia de Calanda (Teruel, Espanha). Em 1917, começou a estudar em Madrid, tomando conhecimento das vanguardas artísticas e literárias da época — cubismo, dadaísmo e surrealismo. Em 1925, mudou-se para Paris, onde estudou cinema e trabalhou como assistente de vários realizadores. Seu primeiro filme, “Um Cão Andaluz” (1928), feito em parceria com Salvador Dali, provocou escândalo e se tornou um marco do surrealismo no cinema.

Catherine Deneuve em A BELA DA TARDE, o filme mais famoso da carreira de Buñuel. O clássico de 1967 acaba de ser relançado em DVD na 2001.

O cineasta trabalhou depois no México e teve uma gloriosa carreira na Europa, onde rodou clássicos como o icônico “A Bela da Tarde“, “Tristana” – filme favorito de Catherine Deneuve em sua carreira – e “O Fantasma da Liberdade“, longa em segmentos escrito por seu fiel colaborador, Jean-Claude Carrière.

Edição limitada com 6 cards.

DISCO 1:

TRISTANA, UMA PAIXÃO MÓRBIDA (Tristana, 1970, 109 min.)
Com Catherine Deneuve, Fernando Rey, Franco Nero.

Após a morte da mãe, órfã é entregue aos cuidados do idoso Don Lope, que a seduz e se torna seu amante. Porém, a chegada de um jovem ameaça o relacionamento. Obra-prima subversiva indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

A VIA LÁCTEA ou O ESTRANHO CAMINHO DE SÃO TIAGO (La Voie Lactée, 1969, 101 min.)
Com Paul Frankeur, Laurent Terzieff, Alain Cuny, Pierre Clementi.

Dois peregrinos viajam em direção ao mítico caminho de Santiago de Compostela, lugar de muita religiosidade, e lá se deparam com diversos personagens bíblicos e históricos. Ácida sátira religiosa do mestre espanhol.

DISCO 2:

O FANTASMA DA LIBERDADE (Le Fantôme de la Liberté, 1974, 103 min.)
Com Jean-Claude Brialy, Adolfo Celi, Michel Piccoli.

Uma série de situações absurdas, que começa com o fantástico relato do que se passou em Toledo em 1808, com um soldado e uma morta. Um dos filmes mais surrealistas de Buñuel, que o considerava seu testamento.

A MORTE NESTE JARDIM (La Mort en ce Jardin, 1956, 104 min.)
Com Simone Signoret, Georges Marchal, Charles Vanel.

Em meio à uma revolução iniciada por garimpeiros num país da América do Sul, um grupo precisa se aventurar na floresta, para fugir da polícia. Com forte comentário político, essa é mais uma pérola da fase mexicana de Buñuel.

DISCO 3:

O DIÁRIO DE UMA CAMAREIRA (Le Journal d’une Femme de Chambre, 1964, 97 min.)
Com Jeanne Moreau, Georges Géret, Michel Piccoli.

Uma camareira consegue emprego na casa dos Monteil, uma família burguesa com certas peculiaridades, como o fetiche do patrão por sapatos femininos. Com muito humor negro, Buñuel nos apresenta sua visão sobre a luta de classes. Refilmado por Benoît Jacquot em 2015 com Léa Seydoux no papel que foi de Jeanne Moreau.

SIMÃO DO DESERTO (Simón del Desierto, 1965, 45 min.)
Com Claudio Brook, Silvia Pinal, Enrique Álvarez Félix.

Simão é um religioso que deseja se aproximar de Deus. Para isso, sobe numa coluna no deserto. Porém, o demônio quer seduzi-lo. Fascinante estudo, repleto de ironia, sobre o fanatismo religioso. Prêmio Especial do Júri em Veneza.

EXTRAS:
* Documentário sobre Buñuel (60 min.)
* Especiais sobre os filmes (90 min.)

DR. MABUSE DE FRITZ LANG

Com quatro discos, o box apresenta os filmes sobre o misterioso psicanalista Dr. Mabuse dirigidos por Fritz Lang, um dos maiores nomes do expressionismo alemão, responsável por clássicos como “M, O Vampiro de Dusseldorf” e “Metrópolis”. Além dos filmes em edições remasterizadas, a coleção traz quase duas horas de conteúdo extra, com entrevistas e documentário.

DISCOS 1 e 2:

DR. MABUSE, O JOGADOR (Dr. Mabuse, der Spieler, 1922, 271 min.)

A história de uma organização criminal liderada por Mabuse (Rudolf Klein-Rogge), um misterioso psicanalista cuja diversão é brincar com homens ricos através de técnicas de hipnose. Ele joga cartas com eles, hipnotiza-os e faz com que apostem todo o dinheiro que tem.

As duas partes desse épico criminal do cinema mudo somam quatro horas e meia de duração.

DISCO 3:

O TESTAMENTO DO DR.MABUSE (Das Testament des Dr. Mabuse, 1933, 121 min.)

Mabuse encontra-se em estado catatônico em um hospital para doentes mentais, enquanto uma rede terrorista está à solta em Berlim com o objetivo de promover caos e anarquia, utilizando-se de instruções do gênio do crime. O inspetor Lohmann é o responsável pela investigação do caso, e vai apertando o cerco com a obtenção de provas cada vez mais estranhas.

Segundo filme sonoro de Lang, foi banido da Alemanha por ordem expressa de Goebbels, sob a alegação de que poderia tirar do povo a confiança nos políticos.

DISCO 4:

OS MIL OLHOS DO DR. MABUSE (Die 1000 Augen des Dr. Mabuse, 1960, 99 min.)

Mabuse regressa para destruir o mundo de vez. Através de uma rede de televisão, ele vigia os clientes de um luxuoso hotel com o objetivo de roubá-los e matá-los. O milionário Trevors e a Interpol unem forças para captura-lo.

Último filme da saga e também da carreira de Lang.

EXTRAS:
* Entrevista com Fritz Lang (20 minutos)
* Documentário “Mabuse’s Motives (29 minutos)
* Dr. Mabuse em Mente (15 minutos)
* Entrevista com Hans Günther (10 minutos)
* A Música de Dr. Mabuse (13 minutos)
* Entrevista com Wolfgang Preiss (15 minutos)
* Final Alternativo para “Os Mil Olhos do Dr. Mabuse (1 minuto)

ANDREI TARKÓVSKI

DVD duplo com duas obras-primas em inéditas versões restauradas do russo Andrei Tarkóvski (1932-1986), um dos maiores cineastas da história do cinema.

Edição especial com 2 cards, luva e quase 1 hora de extras, incluindo making of e entrevistas com a equipe.

DISCO 1:

ANDREI RUBLEV (Idem, 1966, 182 min.)
Com Anatoliy Solonitsyn, Ivan Lapikov, Nikolay Grinko.

A vida do grande pintor de ícones da Rússia do século XV, período de intensa turbulência política e religiosa no país. Nesse cenário caótico, surgem os diversos episódios da vida de Andrei, que mais tarde abandona seu trabalho como pintor para se dedicar a Deus.

DISCO 2:

STALKER (Idem, 1979, 162 min.)
Com Alisa Freyndlikh, Aleksandr Kaydanovskiy, Anatoliy Solonitsyn.

Três viajantes do futuro atravessam uma zona proibida e encontram um lugar onde as leis da física e da geografia não se aplicam – e todos os desejos são realizados.

EXTRAS:
* Making of de “Andrei Rublev” (5 minutos)
* Entrevista com Yuriy Nazarov (4 minutos)
* Entrevista com Marina Tarkovsky (2 minutos)
* Entrevista com Alexander Knyazhinsky (5:54)
* Entrevista com Rashit Safiullin (14 minutos)
* Entrevista com Eduard Artemyev (21 minutos)