François Truffaut

NATAL CINÉFILO, COM A ARTE DE MESTRES DO CINEMA

CINCO COLEÇÕES IMPERDÍVEIS, TODAS COM 2 DISCOS E INÚMEROS EXTRAS, TRAZENDO CLÁSSICOS E CULTS – MUITOS DELES INÉDITOS EM DVD – EM VERSÕES RESTAURADAS.

A ARTE DE CLAUDE CHABROL

DVD duplo com 4 inéditos filmes em versões restauradas do grande diretor francês, um dos “jovens turcos” da Nouvelle Vague, além de dois raros curtas do cineasta nos extras.

A coleção traz um de seus filmes mais famosos e cultuados: “Ciúme, o Inferno do Amor Possessivo”, até então inédito em DVD.

DISCO 1:

A COR DA MENTIRA (Au Couer du Mensonge, 1998, 113 min.)
Com Sandrine Bonnaire, Jacques Gamblin, Antoine de Caunes.

Num vilarejo da Bretanha, uma menina de 10 anos é encontrada morta. René, seu professor de Artes, é apontado como principal suspeito, o que ameaça destruir sua vida e seu casamento.

CÍUME – O INFERNO DO AMOR POSSESSIVO (L’Enfer, 1994, 102 min.)
Com Emmanuelle Béart, François Cluzet, Nathalie Cardone.

O gerente de hotel Paul se casa com a linda Nelly. A vida do jovem casal parece um sonho até que ele passa a ser consumido por um ciúme doentio da esposa. Remake de “O Inferno” (1964), cult inacabado de Henri Georges-Clouzot, com François Cluzet (de “Intocáveis”) e a bela Emmanuelle Béart (“A Bela Intrigante”).

DISCO 2:

OPHÉLIA (Idem, 1963, 104 min.)
Com Alida Valli, Claude Cerval, André Jocelyn.

Jovem fica furioso quando sua mãe se casa com seu tio rico, após a morte de seu pai. Chabrol realiza uma brilhante releitura moderna de “Hamlet”, de William Shakespeare, nesse filme injustamente esquecido.

BETTY – UMA MULHER SEM PASSADO (Betty, 1992, 104 min.)
Com Marie Trintignant, Stéphane Audran, Jean-François Garreaud.

Certa noite, Betty, uma jovem alcóolica sem rumo na vida, conhece Laure, uma burguesa de Lyon. A nova amiga a leva para seu hotel, onde Betty contará sua triste história. Baseado emromance de Georges Simenon.

EXTRAS:
* Curtas “O Avarento” (1962, 19 min.) e “O Homem que Vendeu a Torre Eiffel” (1964, 22 min.)

A ARTE DE ALFRED HITCHCOCK

Com 2 discos, o box reúne 4 clássicos da fase inglesa do genial Alfred Hitchcock, em inéditas versões restauradas. E ainda quase uma hora de extras, incluindo um documentário sobre a carreira do cineasta em sua terra natal.

DISCO 1:

O MARIDO ERA O CULPADO (Sabotage, 1936, 76 min.)
Com Sylvia Sidney, Oskar Homolka e Desmond Tester.

Um agente infiltrado da Scotland Yard está atrás de um sabotador que faz parte de um complô para explodir uma bomba em Londres. Também conhecida como “Sabotagem”, esta é uma eletrizante adaptação de “O Agente Secreto”, romance de Joseph Conrad (“Coração das Trevas”).

JOVEM E INOCENTE (Young and Innocent, 1937, 83 min.)
Com Nova Pilbeam, Derrick De Marney e Percy Marmont.

Um homem é acusado de assassinato. Ele foge e recebe, por acaso, ajuda de uma moça. Ela se sente atraída por ele e dá continuidade à fuga, mesmo sem saber se ele é mesmo o culpado. Uma dos melhores trabalhos da fase inglesa do mestre do suspense.

DISCO 2:

O INQUILINO (The Lodger: A Story of the London Fog, 1927, 91 min.)
Com June, Ivor Novello, Marie Ault.

Baseado em livro homônimo inspirado no mais famoso assassino de todos os tempos – Jack, O Estripador –, o filme gira em torno de um serial killer de mulheres loiras. Primeiro suspense do mestre.

A ESTALAGEM MALDITA (Jamaica Inn, 1939, 108 min.)
Com Maureen O’Hara, Robert Newton e Charles Laughton.

Inglaterra, 1819. Na tempestuosa costa da Cornualha, uma jovem órfã se torna alvo de uma quadrilha de ladrões de navios. Primeira adaptação de Hitchcock para uma obra de Daphne du Maurier (“Rebecca”, “Os Pássaros”).

EXTRAS:
* Documentário sobre a fase inglesa de Hitchcock (24 min.)
* Especiais (32 min.)

E NÃO PERCA TAMBÉM:
O Cinema de Hitchcock

A ARTE DE FRANÇOIS TRUFFAUT

DVD duplo com três obras-primas em inéditas versões restauradas do crítico de cinema e diretor François Truffaut (1932-1984), um dos idealizadores da Nouvelle Vague, além de mais de duas horas de extras, incluindo documentários e depoimentos do cineasta francês.

Destaque para a nova versão restaurada de um dos maiores sucessos de Truffaut: “A Noite Americana”, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro – e indicado ainda a melhor diretor, roteiro original e atriz coadjuvante (Valentina Cortese).

DISCO 1:

A NOITE AMERICANA (“La Nuit Américaine”, 1973, 115 min.)
Com Jacqueline Bisset, Jean-Pierre Léaud e Valentina Cortese.

Nesta apaixonante declaração de amor de Truffaut ao cinema, acompanhamos os conflitos e as paixões que ocorrem nos bastidores de uma filmagem, envolvendo os atores, os técnicos e o diretor. Com bela trilha sonora de Georges Delerue, essa produção aclamada vem acompanhada de uma hora e meia de extras – com entrevistas do elenco, Truffaut e sua equipe, análises e documentários.

DISCO 2:

DE REPENTE, NUM DOMINGO (“Vivement Dimanche!”, 1983, 111 min.)
Com Fanny Ardant e Jean-Louis Trintignant.

Julien Vercel, agente imobiliário, é acusado de matar o amante de sua mulher que, por sua vez, também foi assassinada. Como ele é obrigado a se esconder, sua secretária, Barbara, conduz a investigação. Último filme de Truffaut.

ATIREM NO PIANISTA (“Tirez sur le Pianiste”, 1960, 82 min.)
Com Charles Aznavour, Marie Dubois e Nicole Berger.

Após perder a esposa, o célebre pianista Edouard Saroyan abandona a carreira e passa a tocar com outro nome em um bar, onde acaba reencontrando um de seus irmãos, que está envolvido com a máfia.

EXTRAS:
* Uma conversa com Jacqueline Bisset (9 min.)
* “A Noite Americana”, uma apreciação (17 min.)
* Nathalie Baye (12 min.)
* Bernard Menez (4 min.)* Dani (04 min.)
* Yann Dedet (4 min.)
* Truffaut nos EUA (9 min.)
* Truffaut: um ponto de vista (06 min.)
* Entrevista de Pierre-William Glenn (18 min.)* Apresentação do filme (6 min.)
* “A Noite Americana” no Festival de Cannes (02 min.)
* Entrevista de Truffaut em 1973 (02 min.)
* Trailer de cinema (02 min.)* Apresentação de “De Repente, num Domingo” (5 min.)
* Trailer de “De Repente” (4 min.)* Depoimentos de François Truffaut sobre “Atirem” (22 min.)* Apresentação de “Atirem” (4 min.)
* Trailer de “Atirem” (2 min.) * Teste de cena de MarieDubois (3 min.)

A ARTE DE CARL T. DREYER

O DVD duplo reúne quatro obras-primas em inéditas versões restauradas e ainda quase uma hora de extras, incluindo documentário sobre o diretor dinamarquês.

DISCO 1:

A PALAVRA (Ordet, 1955, 126 min.)
Com Henrik Malberg, Emil Hass Christensen, Cay Kristiansen.

A rotina de uma família de fazendeiros é modificada quando um dos filhos, aparentemente enlouquecido, declara ser Jesus. Um dos maiores filmes de todos os tempos, vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.

O VAMPIRO (Vampyr, 1932, 73 min.)
Com Julian West, Maurice Schutz, Rena Mandel.

Um viajante obcecado pelo sobrenatural se hospeda numa pousada na qual encontra evidências da existência de vampiros. Incursão de Dreyer no cinema fantástico, com roteiro baseado em “Carmilla, a Vampira de Karnstein”, de Sheridan Le Fanu.

DISCO 2:

DIAS DE IRA (Vredens dag, 1943, 98 min.)
Com Thorkild Roose, Lisbeth Movin, Sigrid Neiiendam.

A jovem esposa de um pastor se apaixona pelo filho deste em meio à violenta caça às bruxas na Dinamarca do século XVII. Uma obra-prima sombria sobre religião e fanatismo dirigida magistralmente por Dreyer.

GERTRUD (Idem, 1964, 117 min.)
Com Nina Pens Rode, Bendt Rothe, Ebbe Rode, Baard Owe.

Entediada com a vida conjugal, uma aristocrata mantém relações com outros homens. Vencedor do Prêmio da Crítica Internacional no Festival de Veneza, este drama foi o derradeiro filme do grande mestre.

EXTRAS:
* Documentário sobre Dreyer (30 min.)
* Especial sobre “Dias de Ira” (20 min.)

A ARTE DE ANDREI TARKÓVSKI

Depois de resgatar a filmografia de John Cassavetes, Mario Bava e Robert Altman, chegou a vez da Versátil homenagear um dos maiores cineastas de todos os tempos.

O DVD duplo traz três obras-primas em inéditas versões restauradas do russo Andrei Tarkóvski (1932-1986), um dos maiores estetas da história do cinema, e um ótimo documentário sobre “Nostalgia”.

DISCO 1:

NOSTALGIA (“Nostalghia”, 1983)
Com Oleg Yankovskiy, Erland Josephson e Domiziana Giordano.

Poeta russo vai à Itália pesquisar sobre músico russo que se suicidou no exílio. Durante sua pesquisa, ele vive uma jornada espiritual. Melhor Direção, Prêmio da Crítica Internacional e do Júri Ecumênico no Festival de Cannes.

A INFÂNCIA DE IVAN (“Ivanovo detstvo”, 1962)
Com Nikolai Burlyaev, Valentin Zubkov e E. Zharikov.

Durante a Segunda Guerra, Ivan, um menino russo de 12 anos, trabalha como espião no front soviético, cruzando as linhas inimigas, para coletar informações dos nazistas. Vencedor do Leão de Ouro em Veneza, este foi o longa-metragem de estreia do diretor.

DISCO 2:

O ESPELHO (“Zerkalo”, 1975)
Com Margarita Terekhova, Oleg Yankóvski e Alla Demidova.

Cena de “O Espelho”, uma das obras-primas do diretor – e presença constante em listas de melhores filmes de todos os tempos. À beira da morte, um homem relembra passagens de sua vida: a infância, a experiência da guerra… Um dos trabalhos mais radicais e herméticos de Tarkóvski, “O Espelho” é um dos filmes definitivos sobre a memória.

TEMPO DE VIAGEM (“Tempo di Viaggio”, 1983)
Com Andrei Tarkóvski e Tonino Guerra.

Documentário sobre a procura de locações para “Nostalgia”. Recém-chegado à Itália, Tarkóvski trabalha, conversa com Tonino Guerra e fala de cinema e literatura. Inclui pequenos ensaios filmados pelo diretor.

EXTRAS:
* Análise de “A Infância de Ivan” (31 min.)
* Análise de “O Espelho” (11 min)

VIVA LA FRANCE! EM DOIS LANÇAMENTOS DA VERSÁTIL

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CHEGOU A VEZ DO CINEMA FRANCÊS NA VERSÁTIL, COM O ANÁRQUICO “MULHERES DIABÓLICAS”, ESTRELADO PELA INSUPERÁVEL ISABELLE HUPPERT, E DOIS FILMES COM A PARTICIPAÇÃO DE GÉRARD DEPARDIEU: O CLÁSSICO “A MULHER DO LADO”, DE FRANÇOIS TRUFFAUT, E “TODAS AS MANHÃS DO MUNDO“.

O DVD duplo “Cinema Francês” apresenta, em inéditas versões restauradas, “A Mulher do Lado” (1981), clássico de François Truffaut com Depardieu e Fanny Ardant vivendo um affair extraconjugal, e “Mulheres Diabólicas” (1995), filme de Claude Chabrol com Huppert e Sandrine Bonnaire premiadas com a Copa Volpi de melhor atriz no Festival de Veneza.

Edição especial com cerca de uma hora de vídeos extras, incluindo especiais e cenas comentadas.

Já “Todas as Manhãs do Mundo“, de Alain Corneau, é um dos títulos franceses mais aguardados em DVD pelos cinéfilos.

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CINEMA FRANCÊS

DISCO 1:

A MULHER DO LADO (“La femme d’à côté”, 1981, 105 min.)
De François Truffaut
Com Gérard Depardieu, Fanny Ardant e Henri Garcin.

La femme d'à côté

Bernard vivia feliz com sua esposa Arlette e seu filho Thomas. Certo dia, o casal Philippe e Mathilde se muda para a vizinhança. Esse encontro reúne Bernard e Mathilde, que haviam sido amantes anos antes. O relacionamento dos dois reascende, complicando a vida de todos.

DISCO 2:

MULHERES DIABÓLICAS (“La Cérémonie”, 1995, 115 min.)
De Claude Chabrol
Com Isabelle Huppert, Sandrine Bonnaire e Jacqueline Bisset.

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Sophie é contratada para ser governanta de uma família rica. Com o passar do tempo, seu comportamento se torna frio e ela faz amizade com a misteriosa Jeanne, o que trará consequências inesperadas. Com forte comentário social, esse suspense dirigido rigorosamente por Chabrol tem atuações memoráveis de Bonnaire e Huppert, que foi premiada com o César de melhor atriz.

EXTRAS:

* Apresentações (6 min.)
* Especiais (50 min.)
* Trailers (3 min.)

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TODAS AS MANHÃS DO MUNDO – ED. ESPECIAL

Vencedor de 7 prêmios César, incluindo melhor filme e diretor, este drama de época de Alain Corneau (“Noturno Indiano”) mergulha no mundo da música erudita, no final do século XVII

Na trama, o Monsieur de Sainte Colombe (Jean-Pierre Marielle), mestre de viola de gamba, regressa a seu lar e descobre que sua mulher faleceu enquanto esteve ausente. Na sua dor, ele constrói uma pequena casa no jardim, na qual viverá para dedicar a sua vida à música e às suas duas filhas, evitando o mundo exterior. Os rumores sobre ele e a sua música chegam à corte de Luís XIV, que o quer tocando na corte, mas ele se recusa. Um dia, um jovem, Marin Marais (Guillaume Depardieu, filho de Gérard) vem vê-lo com um pedido: quer aprender a tocar.

Gérard Diepardieu e seu filho Guillaume (precocemente falecido em ) interpretam o mesmo personagem, ocompositor e celista Marin Marais

Gérard Diepardieu e seu filho Guillaume (1971-2008) interpretam o mesmo personagem, o compositor francês Marin Marais

Desde o longo e emocionante plano-sequência inicial, “Todas as Manhãs do Mundo” é uma linda declaração de amor à música, no estilo de “Amadeus”.

Nos extras, confira o making of da produção.

É MÊS DE FRANÇOIS TRUFFAUT: CONFIRA A COLEÇÃO “NOUVELLE VAGUE” E PROMOÇÃO COM 10 FILMES DO DIRETOR NA 2001

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Um dos movimentos cinematográficos mais importantes (e influentes) da história, a Nouvelle Vague mudou a linguagem da sétima arte, a partir das inovações de ex-críticos da revista Cahiers du Cinema – como François Truffaut, Jacques Rivette e Jean-Luc Godard – que migraram para atrás das câmeras, no final dos anos 1950.

Por meio de artigos polêmicos, Truffaut liderou seus colegas da publicação na busca por um modo mais livre de fazer cinema, que significava mais locações externas nas filmagens, menos restrições de estúdios e produtores e, principalmente, mais diretores que iriam escolher o próprio material e desenvolvê-lo de forma pessoal. Era o início da teoria do “Cinema de Autor”, representada pelos diretores-autores da Nouvelle Vague.

O lançamento comercial de “Nas Garras do Vício” (de Claude Chabrol), em 1958, marca o início do movimento, e o sucesso de “Os Incompreendidos” (de Truffaut), premiado no Festival de Cannes no ano seguinte, sua consolidação.

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O box “Nouvelle Vague”, com 3 DVDs reunindo 6 clássicos franceses, por apenas R$ 69,90

Recém-lançada pela distribuidora Versátil, a coleção “Nouvelle Vague” resgata longas menos conhecidos do período, incluindo “Um Só Pecado” (dirigido por Truffaut), e dois clássicos que marcaram época – “O Ano Passado em Marienbad” e “Banda à Parte” – em edições restauradas.

EDIÇÃO LIMITADA COM 6 CARDS, ALÉM DE QUASE UMA HORA E MEIA DE EXTRAS.

DISCO 1:

O ANO PASSADO EM MARIENBAD (“L’Année Dernière à Marienbad”, 1961)
De Alain Resnais. Com Delphine Seyrig, Giorgio Albertazzi e Sacha Pitoeff.

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Em um hotel, um homem tenta convencer uma mulher casada a fugir com ele. Mas ela não consegue se lembrar do caso que os dois tiveram no ano anterior. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.

OS LIBERTINOS (“Les Dragueurs”, 1959)
De Jean-Pierre Mocky. Com Jacques Charrier, Charles Aznavour e Anouk Aimée.

As aventuras e desventuras de dois jovens, um tímido e outro conquistador, que caçam mulheres na noite parisiense. Dirigida por Jean-Pierre Mocky, essa crônica sobre a juventude traz um frescor de realização invejável.

DISCO 2:

UM SÓ PECADO (“La Peau Douce”, 1964)
De François Truffaut. Com Jean Desailly e Françoise Dorléac.

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Numa viagem a Lisboa, conhecido editor torna-se amante de uma bela aeromoça. Ele é casado e vive seu romance até o dia em que sua mulher descobre tudo.

BANDA À PARTE (“Bande à Part”, 1964)
De Jean-Luc Godard. Com Anna Karina, Sami Frey e Claude Brasseur.

Dois amigos trapaceiros convencem uma estudante a ajudá-los em um roubo. Talvez a obra mais acessível de Godard, e uma vibrante homenagem ao filme B hollywoodiano.

DISCO 3:

A BAÍA DOS ANJOS (“La Baie des Anges”, 1963)
De Jacques Demy. Com Jeanne Moreau, Claude Mann e Henry Nassiet.

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Jean chega a Nice. Começa a se interessar pelo jogo e encontra no casino uma jogadora, Jackie. Os dois se apaixonam e se afundam na jogatina.

PARIS NOS PERTENCE (“Paris nous Appartient”, 1960)
De Jacques Rivette. Com Betty Schneider, Giani Esposito e Françoise Prévost.

Jovem estudante encontra por acaso um grupo teatral que ensaia exaustivamente a peça Péricles, de Shakespeare. Uma das obras-primas de Jacques Rivette (de “A Bela Intrigante”).

EXTRAS: No Labirinto de Marienbad (33 min.), Trailers (18 min.), Entrevista de Jean-Pierre Mocky (5 min.), Depoimento de Dany Carrel (3 min.), A influência de Hitchcock em “Um Só Pecado” (12 min.), Entrevista de François Truffaut (11 min.)

 

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ALÉM DO RARO “UM SÓ PECADO”, DE FRANÇOIS TRUFFAUT, INCLUÍDO NA COLEÇÃO “NOUVELLE VAGUE”, CONHEÇA (OU RELEMBRE) MAIS 10 CLÁSSICOS DO CINEASTA FRANCÊS, A PREÇO PROMOCIONAL NA 2001:

1959

01

1962

02

1968

03

1968

04

1969

05

1970

06

1971

07

1977

010

1979

08

1980

09

MAS ATENÇÃO: OS ESTOQUES SÃO LIMITADOS!