House of Cards

SÉRIES PARA ASSISTIR SEM PARAR

THIS IS US – 1ª TEMPORADA

Premiada com o Emmy de melhor ator (Sterling K. Brown) e ator convidado (Gerald McRaney) em série dramática, a produção mostra de forma não-linear e por meio de múltiplos pontos de vista a trajetória de diferentes personagens com aparentemente nada em comum – a não ser seu dia de aniversário. Drama familiar feito para emocionar, a série é uma das mais queridas pelo público na atualidade.

Extras: “Depois Do Show” em todos os episódios.

MÁQUINA MORTÍFERA – 1ª TEMPORADA

A série reinventa a franquia estrelada por Mel Gibson e Danny Glover entre 1987 e 1998, com Clayne Crawford (“NCIS: New Orleans”) e Damon Wayans (“Eu, a Patroa e as Crianças”) na pele, respectivamente, de Martin Riggs e Roger Murtaugh. O primeiro é um ex-marine com tendências suicidas desde a morte da esposa, e forma com Murtaugh, um pacato pai de família, uma explosiva dupla policial.

Extras: Versão estendida do piloto (sem censura), cenas deletadas, erros de gravação.

THE BLACKLIST – 4ª TEMPORADA

Elizabeth Keen (Megan Boone) tenta desvendar o mistério da sua infância perdida, sem saber que os riscos para ela e sua família aumentam a cada dia. Enquanto isso, a força-tarefa se recupera e amizades são abaladas. Traído por aqueles que lhe eram mais próximos, Raymond ‘Red’ Reddington (James Spader) enfrenta um exército de novos e inesperados membros da lista negra.

Extras: Cenas excluídas, o fim de uma era, erros de gravação, um tom mais claro de Red.

PRISON BREAK – 5ª TEMPORADA

Sete anos depois do final da penúltima temporada, Lincoln Burrows (Dominic Purcell, de “Dc’s Legends of Tomorrow“) investiga a veracidade de uma foto que revela a possibilidade de seu irmão, Michael (Wentworth Miller), ainda estar vivo. Com nova ambientação e temas, como o Oriente Médio e o Estado Islâmico, a série leva a dupla de protagonistas para a realidade do terrorismo atual.

Extras: Retorno ao lar: O making of de Prison Break – 5ª Temporada.

HOUSE OF CARDS – 5ª TEMPORADA

Após encerrar a quarta temporada com a impactante frase “nós não nos submetemos ao terror, nós fazemos o terror”, Frank Underwood (Kevin Spacey) está de volta, em pleno processo de eleições presidenciais. Candidato republicano à presidência, Will Conway (Joel Kinnaman) continua um oponente à altura, e cresce ainda mais o poder (e ambições) da primeira-dama Claire (Robin Wright).

Indicações ao Emmy: melhor série dramática, ator (Spacey), atriz (Wright), ator coadjuvante (Michael Kelly), mixagem de som, figurino. Venceu melhor trilha sonora dramática original.

E VEJA TAMBÉM:
House of Cards – Temporadas 1-5

BATES MOTEL – 5ª TEMPORADA

Criada por Carlton Cuse (“Lost”), Kerry Ehrin (“Friday Night Lights”) e Anthony Cipriano, a série é inspirada nos personagens de “Psicose” e funciona com uma prequel, ou prelúdio, do clássico de Alfred Hitchcock. Após uma série de crimes, o jovem Norman Bates (Freddie Highmore) ainda mantém as aparências, apesar de seus violentos “apagões” e a persona de sua mãe (papel de Vera Farmiga) dominando sua mente.

Extras: Cenas excluídas.

E VEJA TAMBÉM:
Bates Motel – A Série Completa

GRIMM – 6ª TEMPORADA

A série termina com o esperado confronto final entre Nick (David Giuntoli) e o Capitão Renard (Sasha Roiz). Após obter um posto de poder como prefeito de Portland, Renard está disposto a promover sua própria marca de lei e ordem, e Nick precisa proteger sua cidade e os que lhe são próximos. Serão necessárias todas as forças do herói e de seus aliados a fim de encontrar a paz.

Extras: Cenas deletadas, behind the scenes with David Giuntoli, Gag Reel, A Grimm Farewell, Wu’s Views, A Grimm Journey.

E VEJA TAMBÉM:
Grimm – A Série Completa

BIG BANG – A TEORIA – 10ª TEMPORADA

Na temporada passada, Leonard e Penny foram de vizinhos a recém-casados com uma excursão nupcial a Las Vegas. Nesta temporada, eles se encontram em um paradigma repetitivo à medida que eles recriam seu casamento, com convidados ilustres como a mãe de Penny (Katey Sagal) e os pais de Leonard (Christine Baranski e Judd Hirsch). E Sheldon cria um novo acordo de companheiro de quarto enquanto ele e Amy se envolvem numa coabitação experimental.

Extras: #JustAskBBT, Enfeites Malucos, O Universo sempre em expansão de Bing Bang – A Teoria, Quem é o bebê agora?, O Melhor de Big Bang – A Teoria, Painel Comic-Con 2016.

O RETORNO DE “ARQUIVO X” E, INDICADO AO EMMY 2016, “HOUSE OF CARDS”

ENTRE AS NOVIDADES EM SÉRIES PARA TV ESTÃO O AGUARDADO RETORNO DE “ARQUIVO X” E A 4ª TEMPORADA DE “HOUSE OF CARDS”, INDICADA A VÁRIOS PRÊMIOS EMMY.

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ARQUIVO X – 10ª TEMPORADA

Quase 14 anos depois do último episódio ter ido ao ar, após nove temporadas exibidas entre 1993 e 2002, a série de ficção-científica mais cultuada desde “Jornada nas Estrelas” está de volta, com formato quase de minissérie, com apenas 6 episódios.

Gillian Anderson como a agente especial Dana Scully nos anos 1990 e hoje, na 10ª temporada

Gillian Anderson como a agente especial Dana Scully nos anos 1990 e hoje, na 10ª temporada

Os astros David Duchovny e Gillian Anderson revivem os papéis de Fox Mulder e Dana Scully, agora longe do FBI: enquanto o primeiro vive desempregado, isolado e cada vez mais paranoico, sua antiga parceira trabalha como médica em um hospital religioso. Skinner (Mitch Pileggi) e o “Canceroso” (William B. Davis) também retornam.

Segundo o criador e produtor Chris Carter, o conceito da série foi expandido para além da investigação de casos sobre extraterrestres e atividades paranormais. Acontecimentos da contemporaneidade emergem na trama, desde a vigilância de governos sobre seus cidadãos, passando pelos casos de WikiLeaks e Edward Snowden, até o debate sobre o porte de armas nos EUA. Mas sem deixar de lado o lado sobrenatural, as descobertas e as surpresas que desafiam a realidade em que vivemos. Porque em “Arquivo X“, “a verdade ainda está lá fora”.

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EXTRAS:

* Comentário do episódio “Fundador da Mutação”
* Comentário do ep.”Mulder e Scully Encontram o Homem Monstro”
* Comentário do episódio “Minha Luta – Parte 2”
* Cenas Excluída
* 43:45 – Como construir uma Luta
* 10ª Temporada
* Erros de Gravação
* Monstros da Semana: uma recapitulação dos mais assustadores e incríveis monstros da série original
* Arquivo X: Produção Verde
* Curta “Grace”, de Karen Nielsen

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HOUSE OF CARDS – 4ª TEMPORADA

Depois do impactante desfecho da terceira temporada, a série recomeça com Francis Underwood (Kevin Spacey), tentando a reeleição, e sua esposa Claire (Robin Wright) em lados opostos. A ausência da primeira-dama na campanha do ambicioso presidente americano pode custar-lhe mais quatro anos no poder, Doug (Michael Kelly) continua lutando contra seus demônios internos, e até a mãe de Claire (a ótima Ellen Burstyn, de “Réquiem para um Sonho”) entra na briga.

Francis encontra um novo oponente: o candidato replucano à Casa Branca,

Na quarta temporada Francis encontra um novo oponente: o candidato republicano à Casa Branca, Will Conway

E a disputa pela presidência não se limita à esfera doméstica: Frank precisará enfrentar o candidato escolhido pelo partido republicano: Will Conway (Joel Kinnaman, de “Esquadrão Suicida”), mais jovem, carismático e antenado com as mídias sociais, além de pai de família.

É o início do vale tudo – e cinismo – eleitoral.

10 INDICAÇÕES AO EMMY 2016:

Melhor série dramática
Melhor ator dramático (Kevin Spacey)
Melhor atriz dramática (Robin Wright)
Melhor ator coadjuvante em série dramática (Michael Kelly)
Melhor atriz convidada em série dramática (Ellen Burstyn e Molly Parker)
Melhor ator convidado em série dramática (Reg E. Cathey, Mahershala Ali e Paul Sparks)
Melhor casting de série dramática

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SAIU A LISTA DOS INDICADOS AO PRÊMIO EMMY, O OSCAR DA TV AMERICANA

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Foram divulgados os indicados ao Emmy Awards, premiação mais importante da televisão americana, que chega à sua 68ª edição neste ano. A cerimônia acontecerá no dia 18 de setembro no Microsoft Theater (antigo Nokia Theatre) em Los Angeles, com apresentação do comediante Jimmy Kimmel. A série “Game of Thrones” lidera a premiação, concorrendo em 23 categorias, incluindo melhor série dramática.

Além de Peter Dinklage, que já ganhou duas vezes, Kit Harington, intérprete de Jon Snow, e Maisie Williams, a Arya Stark, concorrem pela primeira vez, como coadjuvantes. Emilia Clarke e Lena Headey têm mais uma chance de finalmente ganhar a estatueta de melhor atriz coadjuvante. E uma lenda do cinema, o sueco Max von Sydow – parceiro de Ingmar Bergman em inúmeros filmes -, foi lembrado com uma indicação como ator convidado, pelo papel do “Corvo de Três Olhos”.

Finalmente o Emmy lembrou de Jon Snow, o grande herói de "Game of Thrones". Confira na 2001 as outras temporadas da série mais assistida no mundo

Finalmente o Emmy lembrou de Jon Snow, o grande herói de “Game of Thrones”, em imagem do aclamado episódio “A Batalha dos Bastardos”, da 6ª temporada. Confira na 2001 as outras temporadas da série mais assistida no mundo

Clarke, Headey e Williams vão enfrentar a lendária atriz britânica Maggie Smith, mais uma vez indicada por “Downton Abbey“, que chega à 6ª e última temporada – já disponível na 2001 – nomeada em cinco categorias. Outra produção inglesa, o episódio especial da série “Sherlock”, “A Noiva Abominável“, concorre a melhor filme para TV e ator em telefilme (Benedict Cumberbatch).

Confira abaixo as principais produções indicadas. A lista completa, com as categorias técnicas, encontra-se no site oficial do Emmy.

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
“The Americans”
“Better Call Saul”
“Downton Abbey”
Game Of Thrones
Homeland
House of Cards
“Mr Robot”

Maggie Smith (de "A Senhora da Van") concorre pela quinta vez ao Emmy de melhor atriz coadjuvante pelo papel da Lady Violet de "Downton Abbey"

Maggie Smith (de “A Senhora da Van“) concorre pela quinta vez ao Emmy de melhor atriz coadjuvante pelo papel de Lady Violet em “Downton Abbey”, série que chegou ao fim na 6ª temporada (disponível na 2001)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
“Black-ish”
“Master of None”
Modern Family
“Silicon Valley”
“Transparent”
“Unbreakable”
Veep

MELHOR TELEFILME
“A Very Murray Christmas”
“All the Way”
“Confirmation”
“Luther”
“A Noiva Abominável”

MELHOR MINISSÉRIE
“American Crime”
“Fargo”
“The Night Manager”
“The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story”
“Roots”

Não perca na 2001 "Sherlock - A Noiva Abominável", especial produzido pela BBC com os ótimos  Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, nos papéis de Sherlock e Watson

Não perca na 2001 “Sherlock – A Noiva Abominável”, especial produzido pela BBC com os ótimos Benedict Cumberbatch e Martin Freeman nos papéis de Sherlock e Watson

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA
Kyle Chandler (“Bloodline”)
Rami Malek (“Mr. Robot”)
Bob Odenkirk (“Better Call Saul”)
Matthew Rhys (“The Americans”)
Liev Schreiber (“Ray Donovan”)
Kevin Spacey (“House of Cards”)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Anthony Anderson (“black-ish”)
Aziz Ansari (“Master of none”)
Will Forte (“The Last Man on Earth”)
William H. Macy (“Shameless”)
Thomas Middleditch, (“Silicon Valley”)
Jeffrey Tambor, (“Transparent”)

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Byan Cranston (“All the Way”)
Benedict Cumberbatch (“A Noiva Abominável“)
Idris Elba (“Luther”)
Cuba Gooding Jr (“The People v OJ Simpson”)
Tom Hiddleston (“The Night Manager”)
Courtney B Vance (“The People v OJ Simpson”)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA
Claire Danes (“Homeland”)
Viola Davis (“How to Get Away with Murder”)
Taraji P. Henson (“Empire”)
Tatiana Maslany (“Orphan Black”)
Keri Russell (“The Americans”)
Robin Wright (“House of Cards”)

Vencedora do Emmy de melhor atriz no ano passado, Viola Davis volta a concorrer por "How To Get Away With Murder"

Vencedora do Emmy de melhor atriz no ano passado, Viola Davis volta a concorrer por “How To Get Away With Murder”

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Laurie Metcalf (“Getting On”)
Tracee Ellis Ross (“black-ish”)
Amy Schumer (“Inside Amy Schumer”)
Lily Tomlin (“Grace and Frankie”)

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Kirsten Dunst (“Fargo”)
Felicity Huffman (“American Crime”)
Audra McDonald (Lady Day at Emersons Bar and Grill)
Sarah Paulson (The People v. O.J. Simpson)
Lili Taylor (“American Crime”)
Kerry Washington (“Confirmation”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Louie Anderson (“Baskets”)
Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”)
Keegan-Michael Key (“Key & Peele”)
Ty Burrell (“Modern Family“)
Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”)
Tony Hale (“Veep“)
Matt Walsh (“Veep“)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA
Jonathan Banks (“Better Call Saul”)
Ben Mendelsohn (“Bloodline”)
Peter Dinklage (“Game of Thrones“)
Kit Harington (“Game of Thrones“)
Michael Kelly (“House of Cards“)
Jon Voight (“Ray Donovan“)

Imortalizado no papel do Dr. House, o inglês Hugh Laurie volta ao Emmy com seu papel de vilão em "The Night Manager", em que atua ao lado de Tom Hiddleston, também indicado

Imortalizado no papel do Dr. House, o inglês Hugh Laurie volta ao Emmy com seu papel de vilão em “The Night Manager”, em que atua ao lado de Tom Hiddleston, também indicado

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Jesse Plemons (“Fargo”)
Bokeem Woodbine (“Fargo”)
Hugh Laurie (“The Night Manager”)
Sterling K. Brown (“The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”)
David Schwimmer (“The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”)
John Travolta (“The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA
Maura Tierney (“The Affair”)
Maggie Smith (“Downton Abbey”)
Lena Headey (“Game of Thrones“)
Emilia Clarke (“Game of Thrones”)
Maisie Williams (“Game of Thrones“)
Constance Zimmer (“UnReal”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Niecy Nash (“Getting On”)
Allison Janney (“Mom“)
Kate McKinnon (“Saturday Night Live”)
Judith Light (“Transparent”)
Gaby Hoffmann (“Transparent”)
Anna Chlumsky (“Veep“)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
Melissa Leo (“All The Way”)
Regina King (“American Crime”)
Sarah Paulson (“American Horror Story: Hotel“)
Kathy Bates (“American Horror Story: Hotel“)
Jean Smart (“Fargo”)
Olivia Colman (“The Night Manager”)

Aos 87 anos, o lendário ator sueco Max von Sydow concorre ao Emmy por sua participação como o "Corvo de Três Olhos" de Game of Thrones"

Aos 87 anos, o lendário ator sueco Max von Sydow concorre ao Emmy por sua participação como o “Corvo de Três Olhos” de Game of Thrones”

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DRAMÁTICA
Max von Sydow (“Game of Thrones“)
Michael J. Fox (“The Good Wife”)
Reg E. Cathey (“House of Cards“)
Mahershala Ali (“House of Cards“)
Paul Sparks (“House of Cards“)
Hank Azaria (“Ray Donovan“)

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DRAMÁTICA
Margo Martindale (“The Americans”)
Carrie Preston (“The Good Wife“)
Laurie Metcalf (“Horace and Pete”)
Ellen Burstyn (“House of Cards“)
Molly Parker (“House of Cards“)
Allison Janney (“Masters of Sex”)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Bob Newhart (“The Big Bang Theory”)
Tracy Morgan (“Saturday Night Live”)
Larry David (“Saturday Night Live”)
Bradley Whitford (“Transparent”)
Martin Mull (“Veep“)
Peter MacNicol (“Veep“)

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE COMÉDIA
Laurie Metcalf (“The Big Bang Theory”)
Christine Baranski (“The Big Bang Theory”)
Tina Fey (“Saturday Night Live”)
Melissa McCarthy (“Saturday Night Live”)
Amy Schumer (“Saturday Night Live”)
Melora Hardin (“Transparent”)

CONHEÇA OS VENCEDORES DO EMMY, O “OSCAR DA TV”

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REALIZADA NO ÚLTIMO DOMINGO (20/9) NO MICROSOFT THEATER, EM LOS ANGELES, A 67ª CERIMÔNIA DO EMMY CONSAGROU “GAME OF THRONES“, “VEEP” E A MINISSÉRIE “OLIVE KITTERIDGE”.

Considerado o “Oscar da TV”, o prêmio celebra os melhores artistas e programas da televisão americana. Ao contrário do Globo de Ouro, cujos premiados são escolhidos por jornalistas, o Emmy é votado pelos próprios profissionais da TV.

Com 24 indicações, “Game of Thrones” foi a produção mais premiada da noite, conquistando 12 categorias (oito delas técnicas, anunciadas antes no Creative Arts Emmys), incluindo melhor série dramática e ator coadjuvante para Peter Dinklage (que ganhou pela segunda vez). E, favorita neste ano, a série “Mad Men” chegou à sua 7ª e última temporada com o Emmy de melhor ator para Jon Hamm, intérprete do inesquecível Don Draper.

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Produtores, elenco e o autor George R.R. Martin (no canto direito) reunidos no palco para receber o Emmy de melhor série dramática para “Game of Thrones” 

Já entre as comédias, a sátira política “Veep” destronou “Modern Family”, levando cinco prêmios, entre eles o de melhor série cômica e atriz de comédia para Julia Louis-Dreyfus, que ganhou pela segunda vez.

E, entre as narrativas de menor duração (especiais, filmes para TV e minisséries), “Olive Kitteridge” foi a grande vencedora, com sete prêmios – melhor minissérie, direção (Lisa Cholodenko, de “Minhas Mães e Meu Pai”), atriz (Frances McDormand), ator (Richard Jenkins), ator coadjuvante (Bill Murray), roteiro e casting para minissérie, telefilme ou especial dramático.

Com o fim de “Breaking Bad” e “Mad Men”, novas séries passaram a dominar o Emmy. E dois paradigmas foram quebrados: “Game of Thrones” tornou-se a primeira série de fantasia a levar o prêmio principal, e Viola Davis, a primeira mulher negra premiada com o Emmy em sua categoria.

Viola Davis tornou-se a primeira mulher negra a ganhar o Emmy de melhor atriz em série dramática, por seu papel em "How to Get Away with Murder", que tem previsão de lançamento em DVD no Brasil a partir de 15 de outubro.

Viola Davis tornou-se a primeira mulher negra a ganhar o Emmy de melhor atriz em série dramática, por seu papel em “How to Get Away with Murder”, que tem previsão de lançamento em DVD no Brasil a partir de 14 de outubro.

Confira a seguir a lista dos principais premiados com o Emmy, o “Oscar da TV”:

MELHOR SÉRIE (DRAMA):
Game of Thrones

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE (DRAMA):
Viola Davis por “How to Get Away with Murder

MELHOR ATOR EM SÉRIE (DRAMA):
Jon Hamm por “Mad Men

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Um dos momentos mais emocionantes do Emmy foi a vitória de Jon Hamm como melhor ator em série dramática. Ele havia sido indicado sete outras vezes pelo papel, sem ganhar

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE (DRAMA):
Uzo Aduba por “Orange Is the New Black”

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE (DRAMA):
Margo Martindale por “The Americans

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE (DRAMA):
Peter Dinklage por “Game of Thrones

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE (DRAMA):
Reg E. Cathey por “House of Cards

"House of Cards" levou apenas 2 prêmios melhor trilha sonora e ator convidado em série dramática - Reg E. Cathey, intérprete de Freddy

Reg E. Cathey levou o prêmio de melhor ator convidado em série dramática pelo pequeno, mas marcante, papel de Freddy em “House of Cards”

MELHOR SÉRIE (COMÉDIA):
Veep

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE (COMÉDIA):
Julia Louis-Dreyfus por “Veep

MELHOR ATOR EM SÉRIE (COMÉDIA):
Jeffrey Tambor por “Transparent”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE (COMÉDIA):
Allison Janney por “Mom

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE (COMÉDIA):
Joan Cusack por “Shameless”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE (COMÉDIA):
Tony Hale por “Veep

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE (COMÉDIA):
Bradley Whitford por “Transparent”

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David Nutter levou o prêmio de melhor direção pelo último episódio da 5ª temporada, “Mother’s Mercy”, que traz a famosa “caminhada da vergonha” de Cersei. E David Benioff e D.B. Weiss, showrunners da série, levaram seu primeiro Emmy como roteiristas, pelo mesmo episódio.

MELHOR DIREÇÃO DE SÉRIE (DRAMA):
David Nutter por “Game of Thrones

MELHOR ROTEIRO DE SÉRIE (DRAMA):
David Benioff e D.B. Weiss por “Game of Thrones

MELHOR DIREÇÃO DE SÉRIE (COMÉDIA):
Jill Soloway por “Transparent”

MELHOR ROTEIRO DE SÉRIE (COMÉDIA):
Simon Blackwell, Tony Roche e Armando Iannucci por “Veep

MELHOR MINISSÉRIE:
“Olive Kitteridge”

Produzida pela HBO e exibida em 4 episódios, a minissérie "Olive Kitteridge" dominou as categorias de narrativa mais curta, valendo a Frances McDormand e Bill Murray prêmios merecidos. Ainda não há previsão de lançamento em DVD no Brasil.

Produzida pela HBO e exibida em 4 episódios, a minissérie “Olive Kitteridge” dominou as categorias de narrativa mais curta, valendo a Frances McDormand e Bill Murray prêmios merecidos. Ainda não há previsão de lançamento em DVD no Brasil.

MELHOR TELEFILME:
“Bessie”

MELHOR DIREÇÃO DE MINISSÉRIE OU TELEFILME:
Lisa Cholodenko por “Olive Kitteridge”

MELHOR ROTEIRO DE MINISSÉRIE OU TELEFILME:
Jane Anderson por “Olive Kitteridge”

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME:
Frances McDormand por “Olive Kitteridge”

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME:
Richard Jenkins por “Olive Kitteridge”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME:
Regina King por “American Crime”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME:
Bill Murray por “Olive Kitteridge”

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FAVORITA AO PRÊMIO EMMY, A SÉRIE “HOUSE OF CARDS” DEVASSA A POLÍTICA AMERICANA

Produção original de internet, "House of Cards" concorre nas principais categorias do Emmy 2013 (o Oscar da TV americana), incluindo melhor série, direção, ator (Kevin Spacey) e atriz (Robin Wright)em drama. Assim como na internet, a produção pode agora ser conferida na íntegra, com a 1ª temporada completa em DVD disponível para locação e venda na 2001 Vídeo

Produção original de internet, “House of Cards” concorre nas principais categorias do Emmy 2013 (o Oscar da TV americana), incluindo melhor série, direção, ator (Kevin Spacey) e atriz (Robin Wright) em drama. Assim como na internet, a produção pode agora ser conferida na íntegra, com a 1ª temporada completa em DVD disponível para locação e venda na 2001 Vídeo

House of Cards – 1ª Temporada
(House of Cards – Season 1, EUA, 2013, Cor, 675′)
Sony – Séries de TV/Cinema – 14 anos
Elenco: Kevin Spacey, Robin Wright, Kate Mara, Michael Kelly, Kristen Connolly, Corey Stoll

Sinopse: Vice-líder da maioria na Câmara dos Deputados, Francis Underwood aguarda ser nomeado Secretário de Estado pelo novo presidente eleito, Garrett Walker. Ao ser preterido para o cargo, o ambicioso congressista fará de tudo para reverter essa derrota política.

 
Uma das produções mais comentadas do ano, House of Cards tornou-se o primeiro programa on line indicado a melhor série (drama) – além de outras oito categorias – do prêmio Emmy, o Oscar da TV. Numa iniciativa comercial inédita, a primeira temporada inteira (com 13 episódios) foi disponibilizada de uma só vez via streaming pago na internet, quebrando o paradigma da exibição seriada na TV.

Outro paradigma, desta vez irônico, prestes a ser rompido é a grande possibilidade da série ganhar as principais categorias do maior prêmio da TV americana sem ter sido exibida originalmente no formato televisivo.

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DVD, internet, TV… tudo converge para apenas uma escolha – a do espectador. É ele quem decide o quê quer assistir, onde e quando. No futuro, ninguém mais vai ficar preso à programação dos canais de TV, esperando semanalmente por seu programa favorito em um determinado horário. Na 2001 Vídeo, o espectador também tem liberdade de escolha e pode alugar (ou comprar) a primeira temporada de House of Cards para ver onde e quando quiser.

O ator Ian Richardson interpreta um membro do parlemento britânico na minissérie "House of Cards", exibida na BBC em 1990

O ator Ian Richardson interpreta um membro do parlemento britânico na minissérie “House of Cards”, exibida na BBC em 1990

A série é baseada em três livros do escritor Michael Dobbs, por sua vez adaptados para a TV britânica em 1990 com Ian Richardson no papel principal. A versão americana muda a disputa pelo cargo de Primeiro Ministro para Secretário de Estado e obviamente disseca os bastidores da Casa Branca, a partir das armações de um ambicioso congressista americano.

Vice-líder da maioria na Câmara, Francis Underwood (Kevin Spacey, de volta à velha forma) está cansado de fazer o meio-campo político para o Partido Democrata e espera ser nomeado Secretário de Estado no mandato do presidente recém-eleito, Garrett Walker. Contudo, outro político fica com o cargo, prometido a ele no passado. A justificativa é que o novo presidente precisa mais de Francis no congresso do que no Departamento de Estado.

Abalado e com o ego ferido, o protagonista engole em seco e começa então a tramar sua vingança. Uma vingança de proporções shakespearianas, com Francis evocando uma versão moderna – e igualmente cínica – de Ricardo III, dirigindo-se diretamente para o espectador em monólogos interiores relâmpago nos quais diz exatamente o que pensa, expressando todo o seu desdém por aqueles que o cercam em Washington.

Do cinema para um meio multímida, a internet: Kevin Spacey e Robin Wright interpretam parceiros na vida privada e na busca desenfreada por poder em Washington

Do cinema para um meio multímida, a internet: Kevin Spacey e Robin Wright interpretam parceiros na vida privada e na busca desenfreada por poder em Washington

Cada passo seu, seja ajudando um colega de trabalho ou prejudicando outro, é pensado com um único objetivo em mente: ganhar mais poder e influência na pirâmide política. Ele consegue crédito por coisas que nunca fez, assim como transfere a culpa de seus erros para terceiros. Sua esposa, Claire (Robin Wright, de Conspiração Americana), conduz seus passos como uma Lady Macbeth igualmente ambiciosa, preocupada com cada detalhe da rotina profissional dele. O casal trabalha como uma equipe, e a carreira de um beneficia de alguma forma a do outro.

Diferentemente dos políticos bem intencionados de The West Wing, House of Cards substitui o idealismo pelo pragmatismo dos fins justificam os meios, numa política “toma lá da cá” vista tanto nos EUA como no Brasil. Contribui para essa atmosfera niilista o olhar gélido e implacável de David Fincher (Seven, A Rede Social), que coproduziu a série e ainda dirigiu seus dois primeiros episódios.

Com diálogos sarcásticos, a trama da primeira temporada acompanha a vingança de Francis e sua escalada ao poder, com seus inúmeros danos colaterais. Uma trajetória permeada por conchavos, falta de ética e troca de favores envolvendo diferentes cúmplices, incluindo uma jovem repórter que divulga notícias plantadas ou um deputado irresponsável que se torna marionete de Francis.

Algumas das peças do tabuleiro de xadrez de Francis

Algumas das cartas disponíveis no jogo político de “House of Cards”

Nesse jogo, o personagem de Kevin Spacey manipula suas peças habilmente, às vezes jogando dos dois lados, e quase sempre, bancando o santo quando na verdade é um canalha, não importa a tentativa de humanizá-lo ou à sua mulher. A sua dualidade é o que torna irresistivelmente interessante – e ao mesmo tempo contraditório – torcer por ele. Francis mente, sacrifica vidas e trapaceia, tudo em nome de um objetivo. Mas o espectador acompanha  sua trajetória amoral, deixando-se seduzir por algo inegável: a incrível competência de um político maquiavélico que, para o bem ou para o mal, administra crises. A sua obstinação em busca de um objetivo é inabalável e move a série. Não importa os obstáculos que surjam, muito menos a ética.