Meryl Streep

MERYL STREEP BATE O PRÓPRIO RECORDE E DISPUTA MAIS UMA VEZ O OSCAR, POR “FLORENCE – QUEM É ESSA MULHER?”

DEPOIS DE CONCORRER AO GLOBO DE OURO – E DE FAZER UM DISCURSO EMOCIONADO NA CERIMÔNIA DE ENTREGA DO PRÊMIO -, A GRANDE DAMA DO CINEMA AMERICANO CHEGA À SUA 20ª INDICAÇÃO AO OSCAR. DISPONÍVEL EM DVD NA 2001, “FLORENCE” DISPUTA AINDA A ESTATUETA DE MELHOR FIGURINO. 

Grande diretor de atores, Stephen Frears (“A Rainha“, “Philomena“) transita entre o humor e a melancolia para narrar a história real da socialite norte-americana Florence Foster Jenkins (1868-1944). Aos seus ouvidos, sua voz é linda, mas para os outros é absurdamente horrível. Seu companheiro, o ex-ator St. Clair Bayfield (Hugh Grant, também nomeado ao Globo de Ouro), tenta de todas as formas protegê-la da dura verdade, até que um concerto público pode colocar toda a farsa em risco.

Streep e Grant – em elogiada atuação dramática – concorrem ainda ao 23º SAG Awards, o prêmio do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos.

CURIOSIDADE: A vida da personagem serviu de inspiração para o aclamado longa francês “Marguerite” (também à venda em DVD na 2001).

MAIS MERYL STREEP NA 2001:

67 anos
20 indicações ao Oscar e vencedora de 3 estatuetas
30 indicações ao Globo de Ouro e 8 vitórias
Vencedora de 2 prêmios Emmy
Melhor atriz no Festival de Cannes em 1989

As Sufragistas (2015)
Ricki And The Flash – De Volta pra Casa (2015)
Caminhos da Floresta (2014) Indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante
Álbum de Família (2013) Indicada ao Oscar de melhor atriz
Um Divã para Dois (2012)
A Dama de Ferro (2011) Vencedora do Oscar de melhor atriz
Julie & Julia (2009) Indicada ao Oscar de melhor atriz
Simplesmente Complicado (2009)
Mamma Mia! – O Filme (2008)
Um Grito no Escuro (1988) Indicada ao Oscar de melhor atriz
Ironweed (1987) Indicada ao Oscar de melhor atriz
A Mulher do Tenente Francês (1981) Indicada ao Oscar de melhor atriz
Kramer Vs. Kramer (1979) Vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante
Holocausto (1978) Vencedora do Emmy de melhor atriz em minissérie
O Franco Atirador (1978) Indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante

E VEJA TAMBÉM, NA 2001:

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Um dos destaques do Festival Varilux de Cinema Francês de 2016, o filme é livremente inspirado na vida da socialite americana Florence Foster Jenkins (1868-1944).

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Escrito e dirigido por Xavier Giannoli (“Quando Estou Amando”), “Marguerite” traz Catherine Frot no papel-título, uma ricaça desafinada que sonha em virar cantora de ópera, na Paris dos anos 1920. Há anos, ela canta regularmente para seu círculo de conhecidos, mas ninguém tem coragem de lhe dizer a verdade.

Tudo se complica quando Marguerite decide cantar diante de um público de verdade na Ópera Nacional de Paris. Versão mais livre e lúdica da tragicômica história de Florence Jenkins, o longa francês demonstra compaixão por sua biografada, sem nunca cair na caricatura. Graças, sobretudo, à interpretação de Catherine Frot, que consegue ser ao mesmo tempo divertida e comovente.

Catherine Frot com o César recebido pelo filme em fevereiro deste ano

Catherine Frot com o César recebido pelo filme em fevereiro deste ano

Vencedor do César, a maior honraria do cinema francês, nas categorias de melhor atriz (Frot), design de produção, figurino e som, é um filme que merece ser conhecido, com uma abordagem – e tom – bem diferente da versão americana.

SAIU A LISTA DOS INDICADOS AO OSCAR 2017!

A ESPERA ACABOU. A ACADEMIA DE ARTES E CIÊNCIAS CINEMATOGRÁFICAS DE HOLLYWOOD ANUNCIOU NESTA TERÇA OS CONCORRENTES AO MAIOR PRÊMIO DA INDÚSTRIA DO CINEMA. COM 14 INDICAÇÕES, “LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES” É O GRANDE FAVORITO, SEGUIDO POR “A CHEGADA” E “MOONLIGHT”.

Como era esperado, o musical de Damien Chazelle (diretor de “Whiplash“) lidera a corrida ao Oscar, igualando o recorde de 14 indicações do clássico “A Malvada“, em 1951, e de “Titanic“, em 1998. Tributo musical a Los Angeles, o filme conquistou público e crítica, incluindo sete Globos de Ouro – o prêmio da Imprensa Estrangeira em Hollywood.

Seus maiores concorrentes são a ficção-científica “A Chegada”, dirigida pelo canadense Denis Villeneuve (de “Incêndios” e “Sicário”), e o drama indie “Moonlight – Sob a Luz do Luar”, vencedor do Globo de Ouro de melhor filme dramático. Cada um concorre em oito estatuetas, com o primeiro com boas chances nas categorias técnicas, e o segundo como favorito a melhor ator coadjuvante (Mahershala Ali).

É mesmo o ano de “La La Land”: vencedor de 7 Globos de Ouro e indicado ao Oscar em 14 categorias, o musical concorre ainda a 11 prêmios Bafta, na Inglaterra

Entre as surpresas, destaque para a ausência de Amy Adams, por sua elogiada atuação em “A Chegada”. Apesar de concorrer ao Globo de Ouro e disputar o Bafta e o Screen Actors Award, ela ficou de fora da lista de melhor atriz. Na mesma categoria, Meryl Streep conquistou a impressionante marca de 20 indicações, graças a “Florence – Quem é Essa Mulher?”, e a lendária atriz francesa Isabelle Huppert disputa o Oscar pela primeira vez por seu polêmico papel no thriller “Elle”. E, grande vencedor do European Film Awards, “Toni Erdmann” é favorito a melhor filme de língua estrangeira, representando a Alemanha.

Agora, é aguardar o anúncio dos vencedores da 89ª cerimônia de entrega dos prêmios, marcada para 26 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Los Angeles.

A seguir, a lista completa com os indicados ao OSCAR 2017:

“Lion – Uma Jornada Para Casa”, “A Qualquer Custo”, “La La Land”, “Moonlight”, “Manchester à Beira-Mar”, “Cercas”, “A Chegada” e “Estrelas Além do Tempo”, todos indicados a melhor filme do ano

MELHOR FILME
“A Chegada”
“Até o Último Homem”
“Estrelas Além do Tempo”
“Lion – Uma Jornada Para Casa”
“Moonlight”
“Cercas”
“A Qualquer Custo”
“La La Land – Cantando Estações”
“Manchester à Beira-Mar”

MELHOR DIREÇÃO
Denis Villeneuve -“A Chegada”
Barry Jenkins -“Moonlight: Sob a Luz do Luar”
Damián Chazelle -“La La Land – Cantando Estações”
Kenneth Lonegan -“Manchester a Beira-Mar”
Mel Gibson -“Até o Último Homem”

Denis Villeneuve dirige Amy Adams no set de “A Chegada”, que lhe valeu sua primeira indicação ao Oscar. O diretor canadense ganhou fama no Brasil com o aclamado “Incêndios”

MELHOR ATOR
Casey Affleck – “Mancehester à Beira-Mar”
Andrew Garfield – “Até o Último Homem”
Ryan Gosling – “La La Land – Cantando Estações”
Viggo Mortensen – “Capitão Fantástico”
Denzel Washington – “Cercas”

MELHOR ATRIZ
Isabelle Huppert – “Elle”
Ruth Neggam – “Loving”
Natalie Portman – “Jackie”
Emma Stone – “La La Land – Cantando Estações”
Meryl Streep – “Florence – Quem é Essa Mulher?” (disponível em DVD na 2001)

Pelo papel-título de “Florence – Quem é Essa Mulher?”, Meryl Streep concorre ao Oscar pela vigésima vez, um feito inédito na história do prêmio

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Mahershala Ali – “Moonlight”
Jeff Bridges -“A Qualquer Custo”
Lucas Hedges -“Manchester A Beira-Mar”
Dev Patel -“Lion”
Michael Shannon -“Animais Noturnos”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Viola Davis – “Cercas”
Naomie Harris – “Moonlight”
Nicole Kidman – “Lion”
Octavia Spencer – “Estrelas Além do Tempo”
Michelle Williams – “Manchester à Beira-Mar”

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Eric Heisserer – “A Chegada”
August Wilson – “Cercas”
Allison Schroeder, Theodore Melfi – “Estrelas Além do Tempo”
Luke Davies – “Lion – Uma Jornada para Casa””
Barry Jenkins, Tarell Alvin McCraney – “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

Estrelado por Colin Farrell e Rachel Weisz, “O Lagosta” foi merecidamente lembrado na categoria de melhor roteiro original

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Taylor Sheridan – “A Qualquer Custo”
Damien Chazelle – “La La Land – Cantando Estações”
Yorgos Lanthimos, Efthymis Filippou – “O Lagosta”
Kenneth Lonergan – “Manchester a Beira-Mar”
Mike Mills – “20th Century Woman”

MELHOR MONTAGEM
“A Chegada”
“Até o Último Homem”
“A Qualquer Custo”
“La La Land- Cantando Estação”
“Moonlight: Sob a Luz do Luar”

MELHOR FOTOGRAFIA
“A Chegada”
“La La Land – Cantando Estações”
“Lion”
” Moonlight: Sob a Luz do Luar”
“Silêncio”

Dirigido por Martin Scorsese, o épico “Silence” recebeu apenas uma indicação: melhor direção de fotografia, do mexicano Rodrigo Prieto

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
“Land of Mine”
“A Man Called Ove”
“The Salesman”
“Tana”
“Toni Erdmann”

MELHORES EFEITOS VISUAIS
“Horizonte Profundo – Desastre no Golfo”
“Doutor Estranho”
Mogli – O Menino Lobo
Kubo e as Cordas Mágicas
“Rogue One: Uma História Star Wars”

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO
Kubo e as Cordas Mágicas” (disponível em DVD na 2001)
“Moana”
“My Life as a Zucchini”
“The Red Turtle”
Zootopia” (disponível em DVD e Blu-ray na 2001)

Vencedor do Globo de Ouro de melhor animação, “Zootopia” é favorito ao Oscar da categoria, com “Kubo e as Cordas Mágicas” correndo por fora

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
“Jackie”
“La La Land – Cantando Estações”
“Lion – Uma Jornada Para Casa”
“Moonlight: Sob a Luz do Luar”
“Passageiros”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Can’t Stop the Feelings” (“Trolls”)
“The Empty Chair” (“Jim: The James Foley Story”)
” How Far I’ll Go” (“Moana”)
“City of Stars” (“La La Land – Cantando Estações”)
“Audition” (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR FIGURINO
“Aliados”
” Animais Fantásticos e onde Habitam”
Florence – Quem é Essa Mulher?
“Jackie”
“La La Land – Cantando Estações”

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO
“Um Homem Chamado Ove”
Star Trek: Sem Fronteiras” (disponível em DVD na 2001)
Esquadrão Suicida” (disponível em DVD e Blu-ray na 2001)

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
“A Chegada”
“Animais Fantásticos e onde Habitam”
Ave, César!
“La La Land – Cantando Estações”
“Passeiros”

MELHOR DOCUMENTÁRIO DE LONGA-METRAGEM
Fogo no Mar” (disponível em DVD na 2001)
“I Am Not Your Negro”
“Life, Animated”
“O.J.: Made in America”
“A 13ª Emenda”

Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim em 2016, o documentário italiano “Fogo no Mar” trata do importante tema da imigração em massa e foi lembrado com uma indicação ao Oscar

MELHOR DOCUMENTÁRIO DE CURTA-METRAGEM
“The White Helmets”
“Watani: My Homeland”
“Joe’s Violin”
“4.1 Miles”
“Extremis”

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
“A Chegada”
“Horizonte Profundo – Desastre no Golfo”
“Até o Último Homem”
“La La Land – Cantando Estações”
“Sully – O Herói do Rio Hudson”

MELHOR MIXAGEM DE SOM
“A Chegada”
“Até o Último Homem”
“La La Land – Cantando Estações”
“Rogue One: Uma História Star Wars”
13 Horas – Os Soldados Secretos de Benghazi” (disponível em DVD na 2001)

Dirigido por Michael Bay, “13 Horas…” é baseado em fatos reais e está disponível no acervo da 2001

MELHOR CURTA-METRAGEM
“Ennemis Intérieurs”
“La Femme et le TGV”
“Silent Nights”
“Sing (Mindenki)”
“Timecode”

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
“Blind Vaysha”
“Borrowed Time”
“Pear Cider and Cigarettes”
“Pearl”
“Piper”

O MUSICAL “LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES” TRIUNFA NO GLOBO DE OURO 2017

NA NOITE DE ONTEM, EM BEVERLY HILLS (LOS ANGELES, EUA), ACONTECEU A 73ª EDIÇÃO DO PRÊMIO DA IMPRENSA ESTRANGEIRA EM HOLLYWOOD. “LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES” CONQUISTOU AS SETE CATEGORIAS EM QUE CONCORREU, TORNANDO-SE O MAIOR VENCEDOR DA HISTÓRIA DO GLOBO DE OURO.

O filme, dirigido e roteirizado por Damien Chazelle (do aclamado “Whiplash – Em Busca da Perfeição“), superou os clássicos “Um Estranho no Ninho” e “O Expresso da Meia-Noite”, que têm seis prêmios cada.

“La La Land” confirmou seu favoritismo, assim como “Moonlight – Sob a Luz do Luar” na categoria de melhor filme dramático, mas não faltaram surpresas na cerimônia de premiação. Revelado no drama britânico “O Garoto de Liverpool” (2009), Aaron Taylor-Johnson desbancou o preferido da crítica Mahershala Ali (“Moonlight”) e o astro Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”) na disputa como melhor ator coadjuvante. E a eterna dama do cinema francês. Isabelle Huppert, recebeu seu primeiro Globo de Ouro de melhor atriz, por sua atuação no controverso “Elle”, superando as favoritas Amy Adams (“A Chegada”) e Natalie Portman (“Jackie”).

“La La Land” e “Moonlight – Sob a Luz do Luar”

Nas categorias de televisão, “American Crime Story – O Povo Contra O.J. Simpson”, a primeira temporada da série “The Crown” e a minissérie “The Night Manager” dividiram os principais prêmios. Esta última, dirigida pela dinamarquesa Susanne Bier, teve três de seus atores premiados: Tom Hiddleston e, como coadjuvantes, Hugh Laurie e Olivia Colman.

E não podia faltar a grande homenageada da noite: Meryl Streep. Aos 67 anos, ela recebeu o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto da carreira, que abrange mais de quatro décadas de trabalho no cinema e na TV. Em seu discurso de agradecimento, a atriz criticou Donald Trump e a crescente xenofobia no país.

CONFIRA A SEGUIR TODOS OS PREMIADOS DO GLOBO DE OURO 2017:

CINEMA

MELHOR FILME (DRAMA)
“Moonlight”

MELHOR FILME (COMÉDIA OU MUSICAL)
“La La Land – Cantando Estações”

Depois de emplacar "Whiplash" comprova seu talento com o vibrante musical "La La Land", favorito não só ao Globo de Ouro mas também ao Oscar

Diretor e roteirista de “Whiplash“, Damien Chazelle segue como favorito ao Oscar com sua grande homenagem aos clássicos musicais de Hollywood

MELHOR DIRETOR
Damien Chazelle (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR ATOR (DRAMA)
Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”)

MELHOR ATRIZ (DRAMA)
Isabelle Huppert (“Elle”)

Com mais de 100 filmes no currículo, a grande dama do cinema francês concorre pela primeira vez ao Globo de Ouro, por seu papel forte e polêmico em "Elle", thriller aclamado no último Festival de Cannes

Com mais de 100 filmes no currículo, a grande dama do cinema francês recebeu seu primeiro Globo de Ouro, pelo forte e polêmico papel de “Elle”, também vencedor de melhor produção de língua estrangeira. Confira na 2001 mais trabalhos com a grande atriz

MELHOR ATOR (COMÉDIA OU MUSICAL)
Ryan Gosling (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR ATRIZ (COMÉDIA OU MUSICAL)
Emma Stone (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Aaron Taylor-Johnson (“Animais Noturnos”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Viola Davis (“Fences”)

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Com seis indicações ao Globo de Ouro, chegou finalmente a vez de Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) levar o prêmio, por sua atuação em “Fences”, drama dirigido por seu parceiro de cena, Denzel Washington

MELHOR ROTEIRO
Damien Chazelle (“La La Land – Cantando Estações)

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
“Elle” (França)

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO
Zootopia” (disponível para venda na 2001)

Com roteiro criativo – a favor da diversidade -, a produção da Disney “Zootopia” levou a categoria de melhor animação

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Justin Hurwitz (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“City of Stars” (“La La Land”)

TV

MELHOR SÉRIE (DRAMA)
“The Crown”

MELHOR SÉRIE (COMÉDIA OU MUSICAL)
“Atlanta”

MELHOR ATRIZ (DRAMA)
Claire Foy (“The Crown”)

Donald Glover em “Atlanta”, Hugh Laurie e Tom Hiddleston em “The Night Manager”, e Claire Foy em “The Crown”

MELHOR ATOR (DRAMA)
Billy Bob Thornton (“Goliath”)

MELHOR ATRIZ (COMÉDIA OU MUSICAL)
Tracee Ellis Ross (“Black-ish”)

MELHOR ATOR (COMÉDIA OU MUSICAL)
Donald Glover (“Atlanta”)

MELHOR MINISSÉRIE OU TELEFILME
American Crime Story – O Povo Contra O. J. Simpson

Grande vencedor do Emmy no ano passado, “American Crime Story – O Povo Contra O.J. Simpson” levou o Globo de Ouro de melhor minissérie ou telefilme e melhor atriz (no mesmo formato) para Sarah Paulson

MELHOR ATRIZ (MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Sarah Paulson (“American Crime Story – O Povo Contra O. J. Simpson“)

MELHOR ATOR (MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Tom Hiddleston (“The Night Manager”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE (SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Olivia Colman (“The Night Manager”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE (SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Hugh Laurie (“The Night Manager”)

Laurie, Hiddleston, Elizabeth Debicki, Olivia Colman e Tom Hollander em “The Night Manager”, minissérie baseada em obra de John Le Carré

FINALMENTE EM DVD, “IRONWEED”, DIRIGIDO POR HECTOR BABENCO NOS EUA

INDICADO AO OSCAR DE MELHOR ATOR (JACK NICHOLSON) E ATRIZ (MERYL STREEP), “IRONWEED” É O PRIMEIRO TRABALHO DE HECTOR BABENCO (1946–2016) FILMADO NOS EUA E FINALMENTE SAI EM DVD NO BRASIL.

Com o sucesso de “O Beijo da Mulher Aranha” (1985), Babenco era procurado para diversos projetos em Hollywood. Contudo, ao invés de escolher um material comercialmente seguro, o cineasta preferiu levar para o cinema “Ironweed“, romance que valeu o Prêmio Pulitzer ao escritor norte-americano William Kennedy. Famoso por suas histórias situadas em Albany, sua terra natal, Kennedy escreveu o roteiro do filme e trabalhou ao lado de Babenco, acompanhando as filmagens.

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Ambientado em Albany, Nova York, durante a Grande Depressão dos anos 1930, “Ironweed” é um estudo de personagens sem esperança, à deriva atormentados por tragédias do passado. Andarilho sem lar, Francis Phelan (Nicholson) é uma antiga estrela do baseball que retorna à sua cidade após 22 anos. Ele vive de bicos e passa os dias ao lado dos amigos de bebedeira, sempre à procura de um albergue para passar a noite. Em suas andanças, reencontra Helen Archer (Streep), uma ex-cantora e pianista que foi sua companheira anos atrás. Uma série de flashbacks mostra como os dois personagens, agora juntos em seu desespero, chegaram a essa triste realidade, sem qualquer perspectiva de melhora na vida.

Calculadamente frio e sem apelar para saídas fáceis, o filme é um retrato implacável da degradação humana, especialmente em tempos de crise. E mais uma prova do imenso talento de Babenco, sobretudo na condução dos atores. Nicholson e Streep entregam interpretações viscerais, diferentes de tudo o que o espectador já viu deles.

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No set, o saudoso Babenco dirige Meryl Streep

CURIOSIDADES:

* “Ironweed” foi lançado quatro anos depois da publicação do romance homônimo que lhe deu origem. O livro é o terceiro de uma série de oito romances de William Kennedy que compõem “o Ciclo de Albany”.

* Gene Hackman, Jason Robards, Paul Newman, Robert De Niro, Robert Duvall e Sam Shepard mostraram interesse em interpretar Francis Phelan, mas o escritor William Kennedy já tinha Jack Nicholson em mente para o papel.

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* Antes do filme, Nicholson e Streep trabalharam juntos em “A Difícil Arte de Amar” (1986).

* Além do Oscar, Nicholson também concorreu ao Globo de Ouro de melhor ator dramático e foi premiado pela Associação dos Críticos de Los Angeles e pelo Círculo de Críticos de Nova York – não só por sua atuação em “Ironweed”, mas também por “As Bruxas de Eastwick“.

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AS MULHERES SÃO AS PROTAGONISTAS EM 8 LANÇAMENTOS NA 2001

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CORAJOSAS. DETERMINADAS. ARREPENDIDAS. DIVERTIDAS. LUTADORAS. PRÁTICAS. CONHEÇA OS DESAFIOS E DILEMAS DE DIFERENTES MULHERES EM DESTAQUE NOS OITO LANÇAMENTOS EM DVD A SEGUIR. EM COMUM, A OPORTUNIDADE PARA ATRIZES COMO MERYL STREEP, SHAILENE WOODLEY, MAGGIE SMITH E GLORIA PIRES, ENTRE OUTRAS, BRILHAREM…COMO PROTAGONISTAS, E NÃO SIMPLES ACESSÓRIOS NA TRAMA. 

RICKI AND THE FLASH – DE VOLTA PARA CASA

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“Dramédia” escrita por Diablo Cody, que ganhou o Oscar de melhor roteiro original por “Juno”. Meryl Streep prova mais uma vez sua incrível versatilidade, no papel de Ricki, uma decadente cantora de rock que abandonou, ainda jovem, a família. Sem ver os filhos há décadas, é chamada pelo ex-marido (Kevin Kline) para ajudar a filha Julie (Mamie Gummer, filha de Streep na vida real), em crise. De volta a seu antigo lar, Ricki tenta reaproximar-se dos filhos. Direção de Jonathan Demme (de “Filadélfia”).

A ESCOLHA PERFEITA 2

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Estreia da atriz Elizabeth Banks (de “Jogos Vorazes”) na direção de longa, a comédia musical segue as Barden Bellas, que ganham a oportunidade de se apresentar para ninguém menos que o presidente dos Estados Unidos. Só que o show é um grande fiasco, e só resta a Beca (Anna Kendrick), Fat Amy (Rebel Wilson) & cia vencer o campeonato mundial à capela. O filme é a maior bilheteria de um musical, num fim de semana de estreia na história do cinema americano, arrecadando US$ 70,3 milhões.

PÁSSARO BRANCO NA NEVASCA

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Exibido no Festival de Sundance em 2014, o longa foi elogiado pela crítica brasileira e bastante comentado, sobretudo por contar com Shailene Woodley, a estrela de “A Culpa é das Estrelas”, no elenco. Na trama, a mãe de Katrina Connors (Shailene) abandona a família, deixando todos em estado de choque. Direção de Gregg Araki, dos ousados “Mistérios da Carne” e “Kaboom”, e o elenco traz ainda Eva Green e Angela Bassett.

MINHA QUERIDA DAMA

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Uma das estrelas da série “Downtown Abbey”, Maggie Smith interpreta uma velhinha teimosa no filme que o diretor, roteirista e dramaturgo Israel Horovitz adaptou de sua própria peça de teatro. O longa narra a história de Mathias Gold (Kevin Kline), americano que herda do pai um belo apartamento em Paris. Só que, na capital francesa para tomar o imóvel, descobre que o mesmo é habitado por Mathilde (Smith).

GAROTAS

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Chamada de “uma das diretoras mais dinâmicas de sua geração” pelo jornal Le Monde, Céline Sciamma conclui sua trilogia sobre a adolescência, formada por “Lírios d’Água” (2007) e “Tomboy” (2011). “Garotas” acompanha as agruras e anseios de Marieme (Karidja Touré, indicada ao César de revelação), que mora com a mãe e as irmãs no subúrbio parisiense. Exibido no Festival do Rio e no Festival de Cannes em 2014.

UM AMOR A CADA ESQUINA

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Produzido por Wes Anderson (“O Grande Hotel Budapeste”), o filme marca o retorno do cineasta Peter Bogdanovich (“de “A Última Sessão de Cinema”) às comédias “screwball” que dirigiu nos anos 1970. Isabella (a inglesa Imogen Poots) é uma garota de programa que sonha tornar-se atriz em Nova York, até que surge um papel – como prostituta – na nova peça de Arnold (Owen Wilson). Também no elenco, Will Forte e Jennifer Aniston.

UMA JUIZA SEM JUIZO

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Sucesso de público na França, o filme foi exibido no Festival Varilux de Cinema Francês. O roteiro segue as inúmeras confusões vividas por Ariane Feldier, uma juíza implacável que descobre estar grávida, sem ter a menor ideia de como isso aconteceu. Comédia premiada com o César nas categorias de melhor roteiro e atriz (Sandrine Kiberlain, de “As Mulheres do Sexto Andar”).

LINDA DE MORRER

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Dirigido por Cris D’Amato (de “S.O.S. – Mulheres ao Mar”), o filme apresenta Gloria Pires no papel de Paula, uma dermatologista que, obcecada pela ideia do corpo perfeito, cria a cura para a celulite. Comédia acima da média, valorizada pela presença de Gloria, além de Vivianne Pasmanter, Ângelo Paes e Susana Vieira no elenco.

ADEUS MARGARET THATCHER, “A DAMA DE FERRO”

EX-PRIMEIRA-MINISTRA DO REINO UNIDO ENTRE 1979 A 1990, MARGARET THATCHER MORREU HOJE, AOS 87 ANOS, EM DECORRÊNCIA DE UM DERRAME. EM 2011, ELA FOI INTERPRETADA PELA ACLAMADA MERYL STREEP NA CINEBIOGRAFIA A DAMA DE FERRO, RESPEITOSO TRIBUTO A UMA DAS POLÍTICAS MAIS IMPORTANTES DA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX.

A Dama de Ferro
(The Iron Lady, ING/FRA, 2011, Cor, 105′)
Paris – Drama – 12 anos
De: Phyllida Lloyd
Com: Meryl Streep, Jim Broadbent, Richard E. Grant

Sinopse: Já aposentada da política, a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher relembra momentos-chave da carreira e da vida pessoal.

 
Adorada por uns e odiada por outros, Margaret Thatcher foi uma das mulheres mais poderosas da história do Reino Unido. Cobrindo cinco décadas de sua biografada, A Dama de Ferro começa com a personagem, já sofrendo de demência, na época dos atentados terroristas de 2005 em Londres. Em meio à crescente perda da memória, Thatcher reexamina a própria vida, ao mesmo tempo em que conversa com o imaginário marido falecido. Em flashbacks, vêm à tona lembranças que vão desde o pai que adorava, o início na política, a quebra de paradigma ao se tornar primeira-ministra em 1979, a aproximação junto ao governo americano durante a Guerra Fria, a luta contra o grupo terrorista IRA, a Guerra das Malvinas e, finalmente, o desgaste de sua imagem e a queda do poder em 1990.

Realidade X Ficção: Margaret Thatcher e sua intérprete, Meryl Streep

O filme não só a idealiza, transformando a mulher de trajetória singular em um ícone feminista de seu tempo, como também justifica alguns de seus atos. Ao final, independentemente da opinião de cada um sobre os erros e acertos de Thatcher, o filme é de Meryl Streep. Com maneirismos e um incrível sotaque britânico, a grande dama do cinema americano conseguiu agradar até puristas que preferiam uma atriz inglesa no papel. Quase 30 anos depois de A Escolha de Sofia (1982), ela finalmente conquistou o terceiro Oscar de sua carreira, em sua 17ª indicação.

Meryl Streep com a merecida estatueta de melhor atriz conquistada no ano passado. Ela não ganhava o Oscar desde 1983, quando foi premiada por "A Escolha de Sofia"

Meryl Streep com a merecida estatueta de melhor atriz conquistada no ano passado. Ela não ganhava o Oscar desde 1983, quando foi premiada por “A Escolha de Sofia”

QUARTAS COM SUZANA VIDIGAL: “UM DIVÃ PARA DOIS”

EDITORA DO CINE GARIMPO, A JORNALISTA SUZANA VIDIGAL ESCREVE TODA QUARTA-FEIRA PARA O BLOG DA 2001, DESTACANDO UM GRANDE LANÇAMENTO PARA LOCAÇÃO OU VENDA NAS LOJAS DA REDE

Recém-lançado em DVD e Blu-ray para locação na 2001, Um Divã para Dois concorre ao Globo de Ouro de melhor atriz (Meryl Streep) em comédia ou musical e ainda traz no elenco Tommy Lee Jones

Recém-lançado em DVD e Blu-ray para locação na 2001, Um Divã para Dois concorre ao Globo de Ouro de melhor atriz (Meryl Streep) em comédia ou musical e ainda traz no elenco Tommy Lee Jones

O que esperar de um filme que fala da tentativa de revitalizar a vida a dois já na casa dos 60, depois de 31 anos de casamento, filhos fora de casa, rotina, rotina, rotina? Eu não esperava muita novidade, confesso. Mas também confesso que dei risada com algumas situações tragicômicas, graças aos diálogos bem pensados para o empático casal Meryl Streep e Tommy Lee Jones, dirigidos por David Frankel, também de Marley e Eu e O Diabo Veste Prada. E bem característicos do casamento que já é “mais do mesmo”.

Além de Meryl Streep, outro grande destaque do filme é Tommy Lee Jones, que deve ser indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por outro filme,  Lincoln

Além de Meryl, outro veterano brilha no elenco: Tommy Lee Jones, que deve ser indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante em 2013 por seu papel em Lincoln

Claro que Meryl Streep (também em Julie & Julia, Dúvida, As Horas, Entre Dois Amores, Kramer X Kramer) atrai por si só. Depois do Oscar de melhor atriz em A Dama de Ferro este ano, Meryl faz o papel de uma mulher da sua idade mesmo (ela tem 63 anos), que tenta desesperadamente resgatar o romantismo do casamento, o afeto do marido e o sexo. Para tanto, contrata um terapeuta especializado em casais, na pele do ótimo Steve Carell (também em Amor a Toda Prova, Pequena Miss Sunshine), para tentar reverter o que já é um caso quase perdido.

Um Divã para Dois (Hope Springs no original) me lembrou também Simplesmente Complicado, com a própria Meryl Streep, aqui com Alec Baldwin e Steve Martin, em que a longa relação do casamento é discutida e remodelada – embora de outra maneira. Também me veio à mente o bonito Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim, com Isabella Rossellini e William Hurt. Sempre no foco do resgate do amor e na reinvenção da relação desgastada pela ação do tempo. E ainda, para quem quiser um outro viés mais focado na saída dos filhos de casa, e o olhar do sempre sensível do cinema argentino, Ninho Vazio, de Daniel Burman, é uma bonita leitura dessa fase da vida. Filmes não faltam, inspirem-se! E torçam para um final feliz!

 

Cliente da 2001, Suzana Vidigal é jornalista e editora do Cine Garimpo, blog com dicas de cinema e DVD para você escolher de acordo com seu estado de espírito.

NOS BASTIDORES DA POLÍTICA

OS JOGOS DE INTERESSES, MAQUINAÇÕES E ASPIRAÇÕES POLÍTICAS PERMEIAM DOIS GRANDES LANÇAMENTOS QUE ACABAM DE CHEGAR ÀS LOJAS DA 2001 PARA LOCAÇÃO EM DVD E BLU-RAY: TUDO PELO PODER, SOBRE AS DISPUTAS INTERNAS DO PARTIDO DEMOCRATA PARA DEFINIR SEU CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DOS EUA, E A DAMA DE FERRO, CINEBIOGRAFIA DE MARGARET THATCHER (MERYL STREEP, EM ACLAMADA ATUAÇÃO), EX-PRIMEIRA-MINISTRA QUE GOVERNOU O REINO UNIDO DE 1979 A 1990.

Estrelado, dirigido e coescrito por George Clooney, o drama político concorreu ao Oscar 2012 de melhor roteiro adaptado

Tudo pelo Poder
(The Ides of March, EUA, 2011, Cor, 89′)
California – Drama – 16 anos
De: George Clooney
Com: George Clooney, Ryan Gosling, Philip Seymour Hoffman

Sinopse: Stephen Meyers trabalha como diretor de comunicação para o governador Mike Morris, que disputa as primárias do Partido Democrata em busca da nomeação para concorrer à Presidência da República. Inteligente, ambicioso e idealista, Morris se defronta com uma intrincada rede de interesses pessoais e políticos.

 

Com as primárias – eleições internas dos partidos americanos para determinar seu candidato à Presidência dos EUA – a todo vapor, Tudo pelo Poder torna-se ainda mais oportuno em uma época de total ceticismo da opinião pública em relação aos políticos. Dirigido, coescrito e estrelado por George Clooney, o filme traz o mais engajado dos galãs do cinema de volta ao universo de Boa Noite e Boa Sorte (2005) – a corrupção e os dilemas éticos e morais que transpassam a máquina pública.

Eleitor do Partido Democrata na vida real, George Clooney interpreta senador que disputa as eleições internas de seu partido, as Primárias, em busca da nomeação para concorrer à presidência dos EUA

De olho em produções (O Candidato, A Trama, Todos os Homens do Presidente) que souberam refletir de forma crítica o pessimismo do eleitor americano na década de 1970, Clooney construiu um conto moral apartidário e, por isso mesmo, universal. Mesmo sendo democrata, o astro mostra as ambiguidades tanto de seu partido quanto do Republicano a partir da perda da inocência do protagonista, interpretado pelo ascendente Ryan Gosling (Entre Segredos e Mentiras, Drive). Na batalha pelos corações e mentes que leva o nome de campanha eleitoral, ideais são substituídos pelo cinismo e pela troca de favores. “Ele é um político. Ele vai te decepcionar, mais cedo ou mais tarde”, já alerta a jornalista interpretada por Marisa Tomei no início da trama.

Quer ser presidente? Você pode começar uma guerra, mentir, enganar, pode falir o país, mas não pode transar com a estagiária. Frase de Stephen Meyers, personagem de Ryan Gosling em Tudo pelo Poder

Obs. Os eleitores norte-americanos irão eleger seu próximo presidente – Barack Obama ou o candidato escolhido pelos republicanos – em 6 de novembro de 2012.

Vencedora do Oscar de melhor atriz (Meryl Streep) e maquiagem, a cinebiografia de Margaret Thatcher já chegou para locação em DVD e Blu-ray na 2001

A Dama de Ferro
(The Iron Lady, ING/FRA, 2011, Cor, 105′)
Paris – Drama – 12 anos
De: Phyllida Lloyd
Com: Meryl Streep, Jim Broadbent, Richard E. Grant

Sinopse: Já aposentada da política, a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher relembra momentos-chave da carreira e da vida pessoal.

 

Adorada por uns e odiada por outros, Margaret Thatcher foi uma das mulheres mais poderosas da história do Reino Unido. Cobrindo cinco décadas de sua biografada, A Dama de Ferro começa com a personagem, já sofrendo de demência, na época dos atentados terroristas de 2005 em Londres. Em meio à crescente perda da memória, Thatcher reexamina a própria vida, ao mesmo tempo em que conversa com o imaginário marido falecido. Em flashbacks, vêm à tona lembranças que vão desde o pai que adorava, o início na política, a quebra de paradigma ao se tornar primeira-ministra em 1979, a aproximação junto ao governo americano durante a Guerra Fria, a luta contra o grupo terrorista IRA, a Guerra das Malvinas e, finalmente, o desgaste de sua imagem e a queda do poder em 1990.

Realidade X Ficção: Margaret Thatcher e sua intérprete, Meryl Streep

O filme não só a idealiza, transformando a mulher de trajetória singular em um ícone feminista de seu tempo, como também justifica alguns de seus atos. Ao final, independentemente da opinião de cada um sobre os erros e acertos de Thatcher, o filme é de Meryl Streep. Com maneirismos e um incrível sotaque britânico, a grande dama do cinema americano conseguiu agradar até puristas que preferiam uma atriz inglesa no papel. Quase 30 anos depois de A Escolha de Sofia (1982), ela finalmente conquistou o terceiro Oscar de sua carreira, em sua 17ª indicação.

MAIS POLÍTICOS EM CENA:

A Grande Ilusão
1949

Primárias
1960

Tempestade Sobre Washington
1962

Crise
1963

O Candidato
1972

Todos os Homens do Presidente
1976

Os Anos JK – Uma Trajetória Política
1980

Honra Secreta
1984

Jango
1984

Céu Aberto
1985

Muda Brasil
1985

O Caso Aldo Moro
1986

JFK
1991

Nixon
1995

Mera Coincidência
1997

O Velho – A História de Luiz Carlos Prestes
1997

The West Wing – Nos Bastidores do Poder
1999-2005

Treze Dias Que Abalaram o Mundo
2000

A Conspiração
2000

Segredos do Poder
2000

Sob a Névoa da Guerra
2003

Fahrenheit 11 de Setembro
2004

Entreatos – Lula a 30 Dias do Poder
2004

Silver City
2004

Sob o Domínio do Mal
2004

Boa Noite e Boa Sorte
2005

Vocação do Poder
2005

Viva Zapatero!
2005

Brasilia 18%
2006

A Rainha
2006

A Grande Ilusão
2006

Jogos do Poder
2007

Leões e Cordeiros
2007

Memórias Cubanas – Um Dia com Fidel
2007

Frost/Nixon
2008

Recontagem
2008

Milk
2008

The Good Wife
2009-2011

Lula, o Filho do Brasil
2009

O Bem Amado
2010

Tempos de Tormenta
2010

O Super Lobista
2010

E O OSCAR VAI PARA…

A ESPERA FINALMENTE ACABOU E ONTEM À NOITE FORAM ENTREGUES AS COBIÇADAS ESTATUETAS DA ACADEMIA DE ARTES E CIÊNCIAS CINEMATOGRÁFICAS DE HOLLYWOOD.

PELA PRIMEIRA NA HISTÓRIA DO OSCAR, UMA PRODUÇÃO DE UM PAÍS DE LÍNGUA NÃO INGLESA CONQUISTOU OS PRINCIPAIS PRÊMIOS DA NOITE.

Numa noite sem surpresas, O Artista confirmou seu favoritismo, Meryl Streep finalmente ganhou seu terceiro Oscar por A Dama de Ferro, Christopher Plummer, o prêmio de ator coadjuvante por Toda Forma de Amor, o iraniano A Separação foi o melhor filme estrangeiro e Meia-Noite em Paris rendeu a Woody Allen sua quarta estatueta – que ele não foi receber, é claro.

O cineasta iraniano Asghar Farhadi (Procurando Elly, disponível na 2001) com a estatueta recebida pelo aclamado filme iraniano A Separação

Veterano apresentador de inúmeras edições do Oscar, Billy Crystal retornou à função na cerimônia de ontem, que celebrizou, sobretudo, a magia do cinema norte-americano em seu período de formação: os anos 1920 e 1930. Ambientados nesse período, O Artista e A Invenção de Hugo Cabret dividiram a maioria dos prêmios, cada um ganhando em cinco categorias. Desde a decoração do Hollywood Highland Center (ex-Kodak Theatre), em Los Angeles, passando pelos comentários de atores exibidos no telão, até as moças vestidas de bombonieres distribuindo pipocas para a plateia, a 84ª edição do Oscar deixou bem claro que a festa seria um resgate nostálgico dos tempos áureos de uma indústria hoje cada vez mais refém de efeitos especiais, continuações e modelos mercadológicos.

 

ABAIXO, A LISTA COMPLETA DOS OSCARIZADOS:

MELHOR FILME
O Artista

MELHOR DIRETOR
Michel Hazanivicous – O Artista

MELHOR ATOR
Jean Dujardin – O Artista

Jean Dujardin, segurando o Oscar de melhor ator e o cãozinho Uggie, do filme O Artista

MELHOR ATRIZ
Meryl Streep – A Dama de Ferro

Atriz com maior número de indicações ao Oscar em todos os tempos, Meryl Streep levou finalmente sua terceira estatueta por A Dama de Ferro

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Christopher Plummer – Toda Forma de Amor*

Veterano ator de A Noviça Rebelde, Christopher Plummer com o Oscar recebido por Toda Forma de Amor, bela dramédia indie já disponível para locação na 2001

Veterano ator de A Noviça Rebelde, Christopher Plummer com o Oscar recebido por Toda Forma de Amor, sensível dramédia já disponível para locação nas lojas da 2001. Aos 82 anos, ele é o ator mais velho a receber o prêmio

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Octavia Spencer – Histórias Cruzadas

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Os Descendentes

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Meia-Noite em Paris*

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
A Separação (Irã)

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO
Rango*

Com suas ousadias e referências a clássicos do faroeste, Rango ficou com o Oscar de melhor animação, batendo pesos-pesados como Gato de Botas e Kung Fu Panda 2

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
O Artista

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Man or Muppet” – Os Muppets

 

MELHORES EFEITOS VISUAIS
A Invenção de Hugo Cabret

MELHOR MAQUIAGEM
A Dama de Ferro

MELHOR FOTOGRAFIA
A Invenção de Hugo Cabret

MELHOR FIGURINO
O Artista

Croqui de um dos figurinos, premiados com o Oscar, de O Artista

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
A Invenção de Hugo Cabret

MELHOR DOCUMENTÁRIO DE LONGA-METRAGEM
Undefeated

MELHOR DOCUMENTÁRIO DE CURTA-METRAGEM
Saving Face

MELHOR MONTAGEM
Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres

MELHOR CURTA-METRAGEM
The Shore

A espetacular produção de A Invenção de Hugo Cabret foi reconhecida: o primeiro filme em 3D de Martin Scorsese levou 5 prêmios técnicos, incluindo melhor fotografia, direção de arte e efeitos visuais

MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO
The Fantastic Flying Books of Mister Morris Lessmore

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
A Invenção de Hugo Cabret

MELHOR MIXAGEM DE SOM
A Invenção de Hugo Cabret

* Já disponíveis para locação nas lojas da 2001

VENCEDORES DO GLOBO DE OURO 2012

Imagem de divulgação da premiação, com o sardônico e abusado comediante inglês Ricky Gervais, apresentador da cerimônia

NA NOITE DE ONTEM, EM BEVERLY HILLS (LOS ANGELES, EUA), ACONTECEU A 69ª EDIÇÃO DO GLOBO DE OURO, PREMIAÇÃO DA IMPRENSA ESTRANGEIRA EM HOLLYWOOD QUE SERVE DE PRÉVIA PARA O OSCAR.

Os Descendentes (com George Clooney), na categoria drama, e The Artist, como melhor comédia ou musical, foram os filmes mais premiados na cerimônia de entrega do Globo de Ouro deste ano

O Artista, musical francês em preto e branco celebrando o cinema mudo, e Os Descendentes, drama independente estrelado por George Clooney, foram os dois grandes ganhadores da noite. Confira abaixo a lista completa dos filmes, séries de TV e artistas premiados.

CINEMA

MELHOR FILME DE DRAMA
Os Descendentes (VENCEDOR)
Histórias Cruzadas
A Invenção de Hugo Cabret
Tudo pelo Poder
O Homem Que Mudou o Jogo
Cavalo de Guerra

MELHOR ATRIZ EM DRAMA
Meryl Streep – A Dama de Ferro (VENCEDORA)
Glenn Close – Albert Nobbs
Viola Davis – Histórias Cruzadas
Rooney Mara – Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Tilda Swinton – Precisamos Falar Sobre Kevin

Meryl Streep com o Globo de Ouro conquistado pelo drama biográfico A Dama de Ferro: vencedora do Oscar pela última vez em 1983, por A Escolha de Sofia, parece que chegou finalmente a hora da grande atriz conquistar sua terceira estatueta dourada

MELHOR ATOR EM DRAMA
George Clooney – Os Descendentes (VENCEDOR)
Leonardo DiCaprio – J. Edgar
Michael Fassbender – Shame
Ryan Gosling – Tudo pelo Poder
Brad Pitt – O Homem Que Mudou o Jogo

No papel de um pai que perde a esposa em Os Descendentes, George Clooney conquistou o Globo de Ouro de melhor ator, batendo os favoritos Leonardo DiCaprio e Brad Pitt

MELHOR FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL
The Artist (VENCEDOR)
50% (O filme já está disponível nas lojas da 2001)
Missão Madrinha de Casamento (Disponível na 2001 para locação a partir da semana que vem)
Meia-Noite em Paris (Já disponível para locação)
Sete Dias com Marylin

 

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA OU MUSICAL
Michelle Williams – Sete Dias com Marilyn (VENCEDORA)
Jodie Foster – Carnage – O Deus da Carnificina
Charlize Theron – Jovens Adultos
Kristen Wiig – Missão Madrinha de Casamento
Kate Winslet – Carnage – O Deus da Carnificina

Com sua personificação de Marilyn Monroe em Sete Dias com Marilyn, Michelle Williams (Namorados para Sempre) superou a favorita Kristen Wiig (de Missão Madrinha de Casamento) na categoria melhor atriz em comédia ou musical

MELHOR ATOR EM COMÉDIA OU MUSICAL
Jean Dujardin – The Artist (VENCEDOR)
Brendan Gleeson – O Guarda
Joseph Gordon-Levitt – 50%
Ryan Gosling – Amor a Toda Prova (Lançamento em DVD e Blu-ray em fevereiro)
Owen Wilson – Meia-Noite em Paris

MELHOR DIRETOR
Martin Scorsese – A Invenção de Hugo Cabret (VENCEDOR)
Woody Allen – Meia-Noite em Paris
George Clooney – Tudo pelo Poder
Alexander Payne – Os Descendentes
Michel Hazanivicous – The Artist

MELHOR ROTEIRO
Woody Allen (Meia-Noite em Paris) VENCEDOR
George Clooney, Grant Heslov, Beau Willimon (Tudo pelo Poder)
Michel Hazavanicius (The Artist)
Jim Rash, Nat Faxon, Alexander Payne (Os Descendentes)
Aaron Sorkin, Steve Zaillian (O Homem Que Mudou o Jogo)

Disponível para locação em DVD e Blu-ray nas lojas da 2001, Meia-Noite em Paris valeu a Woody Allen o Globo de Ouro de melhor roteiro, tornando-o favorito ao Oscar na categoria de melhor roteiro original

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
As Aventuras de Tintim – O Segredo do Licorne (VENCEDOR)
Operação Presente
Carros 2 (Disponível para locação e venda na 2001)
Gato de Botas
Rango (Disponível para locação e venda na 2001)

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
A Separação (Irã) (VENCEDOR)
A Pele Que Habito, de Pedro Almodóvar (Espanha)
O Garoto da Bicicleta (Bélgica)
In the Land of Bloody and Honey (EUA)
The Flowers of War (China)

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Octavia Spencer – Histórias Cruzadas (VENCEDORA)
Bérénice Bejo – The Artist
Jessica Chastain – Histórias Cruzadas
Janet McTeer – Albert Nobbs

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Christopher Plummer – Toda Forma de Amor (VENCEDOR) Disponível para locação em DVD na 2001
Kenneth Branagh – Sete Dias Com Marilyn
Albert Brooks – Drive
Jonah Hill – O Homem Que Mudou o Jogo
Viggo Mortensen – Um Método Perigoso

Protagonista de A Noviça Rebelde nos anos 1960, o veterano Christopher Plummer foi finalmente reconhecido, conquistando o prêmio de melhor ator coadjuvante pelo papel de um viúvo que assume sua homossexualidade no drama Toda Forma de Amor. Já disponível para locação em DVD nas lojas da 2001, o filme continua favorito ao Oscar nessa categoria.

MELHOR TRILHA SONORA
Ludovic Bource – The Artist (VENCEDORA)
Abel Korzeniowski – W.E.
Trent Reznor & Atticus Ross – Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Howard Shore – A Invenção de Hugo Cabret
John Williams – Cavalo de Guerra

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Masterpiece” – W.E. – Madonna (VENCEDORA)
“Hello Hello” – Gnomeu e Julieta – Elton John
“Lay Your Head Down” – Albert Nobbs – Sinead O’Connor
“The Living Proof” – Histórias Cruzadas – Mary J. Blige
“The Keeper” – Redenção – Gerard Butler

TV

Típica produção de época britânica, Downton Abbey surpreendeu a todos conquistando o prêmio de melhor minissérie, superando a favorita Mildred Pierce, com Kate Winslet

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Downton Abbey (VENCEDORA)
Cinema Verite
Mildred Pierce
Too Big to Fail
The Hour

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Kate Winslet, Mildred Pierce (VENCEDOR)
Romola Garai, The Hour
Diane Lane, Cinema Verite
Elizabeth McGovern, Downton Abbey
Emily Watson, Appropriate Adult

Após conquistar o Emmy pelo mesmo papel no ano passado, Kate Winslet confirma seu prestígio com o Globo de Ouro de melhor atriz em minissérie por Mildred Pierce

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV – DRAMA
Kelsey Grammer, Boss (VENCEDOR)
Steve Buscemi, Boardwalk Empire
Bryan Cranston, Breaking Bad (Disponível para locação e venda na 2001)
Jeremy Irons, Os Borgias
Damian Lewis, Homeland

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Peter Dinklange, Guerra dos Tronos (VENCEDOR)
Tim Robbins, Cinema Verite
Eric Stonestreet, Modern Family (Disponível para locação e venda na 2001)
Paul Giamatti, Too Big to Fail
Guy Pearce, Mildred Pierce

MELHOR SÉRIE DE TV – DRAMA
Homeland (VENCEDORA)
American Horror Story
Boardwalk Empire
Boss
Guerra dos Tronos

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Idris Elba, Luther (VENCEDOR)
Hugh Bonneville, Downton Abbey
William Hurt, Too Big To Fail
Bill Nighy, Page Eight
Dominic West, The Hour

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Jessica Lange, American Horror Story (VENCEDORA)
Sofia Vergara, Modern Family
Kelly Macdonald, Boardwalk Empire
Maggie Smith, Downton Abbey
Evan Rachel Wood, Mildred Pierce

Depois da aclamação por Temple Grandin, Claire Denis volta a fazer sucesso trabalhando na TV com a série Homeland, ainda sem previsão de lançamento em DVD no Brasil

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TV – DRAMA
Claire Danes, Homeland (VENCEDORA)
Mireille Enos, The Killing
Julianna Margulies, The Good Wife (Disponível para locação e venda na 2001)
Madeleine Stowe, Revenge
Callie Thorne, Necessary Roughness

MELHOR SÉRIE DE TV – MUSICAL OU COMÉDIA
Modern Family (VENCEDORA)
Glee (Disponível para locação e venda na 2001)
Enlightenment
Showtime
New Girl

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TV – MUSICAL OU COMÉDIA
Laura Dern, Enlightenment (VENCEDORA)
Zooey Deschanel, New Girl
Tina Fey, 30 Rock
Laura Linney, The Big C
Amy Poehler, Parks and Recreation

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV – MUSICAL E COMÉDIA
Matt LeBlanc, Episodes (VENCEDOR)
Alec Baldwin, 30 Rock (Disponível para locação e venda na 2001)
David Duchovny, Californication (Disponível para locação e venda na 2001)
Johnny Galecki, The Big Bang Theory (Disponível para locação e venda na 2001)
Thomas Jane, Hung (Disponível para locação e venda na 2001)