Obras-primas do Cinema

NOVOS TÍTULOS DE “OBRAS-PRIMAS DO CINEMA” EM PROMOÇÃO

UMA INCRÍVEL PROMOÇÃO COM CLÁSSICOS E CULTS DO SELO “OBRAS-PRIMAS DO CINEMA“.

NÃO PERCA A SELEÇÃO, QUE INCLUI VÁRIAS EDIÇÕES  COM CARDS E EXTRAS.

CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA!

E A SEGUIR, NOVOS TÍTULOS INCLUÍDOS NA PROMOÇÃO (POR TEMPO LIMITADO):

ESTOQUES LIMITADOS

A MULHER E O ATIRADOR DE FACAS

Também conhecida como “A Garota da Ponte“, esta produção francesa é um dos cults dos anos 1990. Dirigido por Patrice Leconte (“O Marido da Cabeleireira”), o filme é um delicioso romance em ritmo de fábula, em preto e branco. Desiludida no amor, a bela Adèle (Vanessa Paradis, de “Como Arrasar um Coração” – também em promoção na Black Friday 2001) decide se jogar de uma ponte sobre o Rio Sena, em Paris. Prestes a pular, ela é salva por um estranho, Gabor (Daniel Auteuil), um atirador de facas profissional – cronicamente depressivo. Indicado ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, o longa valeu a Daniel Auteuil o César de melhor ator em 2000.

O FIO DA NAVALHA (1984)

Segunda adaptação cinematográfica do romance homônimo escrito pelo britânico W. Somerset Maugham, filmado anteriormente por Edmund Goulding em 1946. Uma das histórias de busca espiritual mais famosas da literatura mundial, sobre a jornada de Larry Darrell (Bill Murray, no papel que foi de Tyrone Power), ex-combatente americano que começa a reavaliar sua vida após lutar na Primeira Guerra. Ele decide viajar para outro país e cultura, abandonando a noiva e a superficialidade de seus amigos de Chicago. Nos extras, entrevista com Murray.

PROFISSÃO, LADRÃO

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes, este policial neonoir foi aclamado pela crítica e pôs no mapa de Hollywood o nome de Michael Mann, que depois ganharia notoriedade como produtor executivo da série “Miami Vice” e, depois, diretor de longas indicados ao Oscar (“O Informante”, “Colateral”). Na trama, um ladrão (James Caan, o Sonny Corleone de “O Poderoso Chefão”) decide mudar de vida. Especialista em roubar joias, resolve participar de um último golpe , só que seus planos vão por água abaixo quando ele se vê envolvido numa rede de intrigas que põe em perigo sua vida. Nos extras, entrevistas com o diretor e James Caan.

MEU JANTAR COM ANDRÉ

Depois do escândalo de “Pretty Baby” (1978) e das indicações ao Oscar por “Atlantic City” (1980), Louis Malle (1932–1995) continuou trabalhando nos EUA, onde filmou esta produção independente escrita, em estilo teatral, por Wallace Shawn e Andre Gregory. No filme, o ator e dramaturgo Shawn encontra com Gregory, famoso diretor de teatro nova-iorquino, para jantar em um restaurante do Upper East Side. Os dois não viam-se há muito tempo e travam uma longa conversa em tom confessional sobre amor, filosofia, morte, superstições, teatro, entre outros temas. Nos extras, entrevistas e “My Dinner with Louis”, episódio do programa Arena BBC.

A LOUCURA ENTRE NÓS

Exibido em festivais no Brasil e no exterior, o documentário mergulha no delicado universo dos pacientes psiquiátricos. De 2011 a 2014, Fernanda Fontes Vareille, cineasta brasileira radicada na França, fez uma imersão no cotidiano de internos do Hospital Juliano Moreira, em Salvador. Para a realização deste trabalho, ela e sua equipe tiveram como ponto de partida a Criamundo, ONG de reinserção no mercado de trabalho de pacientes psiquiátricos, sediada no Hospital, e o livro homônimo do médico psiquiatra Marcelo Veras. Nos extras, entrevistas com a diretora e com o Dr. Marcelo Veras, mais o curta “Deixe-me Viver – 2009”, da mesma diretora.

SER OU NÃO SER

Dirigido por um mestre da farsa sofisticada, Ernst Lubitsch, este clássico da comédia americana foi lançado em março de 1942, logo após a morte da protagonista Carole Lombard em um acidente aéreo. O título é inspirado no famoso solilóquio de Shakespeare e é ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, na Polônia ocupada pelos nazistas, quando um grupo de atores de teatro precisa evitar que um espião, que possui informação sobre a resistência polonesa, a entregue para os alemães. Nos extras, o curta inédito “Palácio Pinkus” (44 minutos), de Ernst Lubitsch, e documentário sobre a carreira do diretor (53 minutos).

ROSETTA

Nascidos em Liége (bélgica), os irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne (“A Garota Desconhecida“) ganharam sua primeira Palma de Ouro em Cannes por este drama social marcado pelo minimalismo narrativo sem concessões da dupla. A jovem Rosetta (Émilie Dequenne, melhor atriz em Cannes) vive num trailer com sua mãe alcóolatra e agressiva (Anne Yernaux) e sai diariamente à procura de trabalho, desesperada em sua guerra pessoal por uma oportunidade. Para Rosetta, vale qualquer coisa a fim de sair da pobreza. Nos extras,  entrevista especiais com os irmãos Dardenne e com os atores Emilie Dequenne e Olivier Gourmet.

PONETTE – À ESPERA DE UM ANJO

Escrito e dirigido pelo francês Jacques Doillon (do controverso “Raja”), este é um dos filmes mais sensíveis da década de 1990 por revelar, com extrema delicadeza, os reflexos da morte na vida de uma criança. É o caso de Ponette (a revelação Victoire Thivisol), uma menina de 4 anos confrontada com a perda da mãe, morta em um acidente de carro. Incapaz de entender a situação segundo os padrões do pensamento adulto, ela acredita que sua mãe irá voltar. Thivisol tinha apenas 5 anos de idade quando venceu a Copa Volpi de melhor atriz no Festival de Veneza por sua atuação, e o filme levou o prêmio da crítica na Mostra Internacional de Cinema de SP, em 1996.

CIDADÃO X

Premiado com o Emmy e o Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefime para Donald Sutherland, o filme é um tenso thriller de serial killer baseado no livro de Robert Cullen. A trama acompanha a jornada de horror de Andrei Romanovich Chikatilo — o “Monstro de Rostov” –, o primeiro assassino em série descoberto na ex-União Soviética. Entre 1978 e 1990, ele matou mais de 50 pessoas, a maioria crianças e jovens mulheres. Em seu encalço, o tenente Viktor Burakov (papel de Stephen Rea, de “Traídos pelo Desejo”) busca pistas e ainda precisa lidar com a burocracia russa. Nos extras, documentário sobre o serial Andrei Chikatilo (50 minutos).

UM SONHO SEM LIMITES

Esta comédia dramática dirigida por Gus Van Sant (“Drugstore Cowboy“, “Milk”) é baseada na história real de Suzanne Stone Maretto, autora do livro “To Die For”, que deu origem ao filme. Premiada com o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical, Nicole Kidman interpreta Suzanne, uma mulher amoral e calculista que vive numa pequena cidade de New Hampshire com o sonho de trabalhar na estação de TV local. Desiludida com seu casamento com Larry (Matt Dillon), dono de uma pizzaria, ela se dedica em tempo integral à carreira e fará de tudo para se tornar uma personalidade importante. Nos extras, entrevista com Van Sant.

O SELVAGEM (1953)

Dirigido por Laslo Benedek e produzido por Stanley Kramer, o filme imortalizou Marlon Brando — e sua jaqueta de couro — no papel de Johnny Strabler, líder de uma gangue de motociclistas. A bordo de sua Triumph Thunderbird 6T de 1950, Johnny e seus colegas do Black Rebels Motorcycle Club invadem a pequena cidade de Wrightsville durante uma corrida de motocicletas. Depois de atrapalhar o evento, eles são expulsos pela polícia e partem para outra cidade, onde Johnny reencontra Chino (Lee Marvin), líder de uma gangue rival. Edição caprichada, com mais de 1 hora de extras: introdução de Karen Kramer, especial “Hollister, California: Bikers, Booze and The Big Picture”.

COLEÇÃO DOSE DUPLA – NORMA SHEARER

Dois clássicos inéditos de uma das grandes atrizes dos anos 1930 e 1940: A DIVORCIADA (1930), que lhe valeu o Oscar de melhor atriz, e UMA ALMA LIVRE (1931), com Lionel Barrymore premiado com o prêmio de melhor ator.  No filme que lhe valeu a estatueta dourada, Shearer vive uma mulher que decide “dar o troco” após a traição do marido, e termina envolvendo-se emocionalmente com o melhor amigo dele. Nos extras, dois curtas inéditos com Pete Smith: “ Wedding Bills” (9 minutos) e “How to Hold Your Husband – Back” (10 minutos).

EM EDIÇÕES ESPECIAIS, O CULT “MONSTROS”, E “NELL”, COM JODIE FOSTER INDICADA AO OSCAR

DO MESMO DIRETOR DO CLÁSSICO “DRÁCULA” DE 1931, “MONSTROS” – OU “FREAKS”, NO ORIGINAL” – JÁ FOI PROIBIDO EM DIVERSOS PAÍSES. JÁ O DRAMA “NELL” TEM COMO PONTO ALTO A ATUAÇÃO EMOCIONANTE DE JODIE FOSTER. OS DOIS FILMES ESTÃO DISPONÍVEIS EM DVD NA 2001 COM EXTRAS MAIS CARDS.

MONSTROS – EDIÇÃO DEFINITIVA

Um ano após a realização de “Drácula“, Tod Browning chocou o público com este perturbador trabalho estrelado por personagens reais, vindos do circo de aberrações. O executivo Irving Thalberg, que apostou na produção, ordenou a redução da metragem após reações negativas do público.

Mesmo cortado, “Monstros” teve sua exibição proibida em alguns países e em várias cidades americanas. O filme circulou pelos Estados Unidos em apresentações fora do circuito comercial, sob o título de “Erros da Natureza” e “Amor Proibido”, após Dwai Esper adquirir os direitos da obra. Esse produto maldito da Metro, estúdio sinônimo de glamour e beleza, tem um pequeno trecho exibido em “Os Sonhadores”, de Bertolucci.

Na trama, ambientada em um circo de atrações bizarras, Cleópatra, uma bela trapezista, é amada pelo anão Hans. Ao saber da fortuna que Hans herdou, ela e o amante, Hércules, arquitetam um plano para se apossar da herança.

Versão definitiva, remasterizada e com mais de uma hora de extras, incluindo um inédito documentário sobre a criação do filme.

EXTRAS:
* Documentário Especial “Freaks: The Sideshow Cinema” (60 minutos)
* Especial com três finais alternativos (6 min.)

NELL

Dirigido por Michael Apted (“Nas Montanhas dos Gorilas”), o filme é um sensível estudo sobre um ser humano criado à margem da civilização – e as tentativas de socializá-lo.

Indicado ao Globo de Ouro de melhor filme (drama), atriz dramática (Jodie Foster) e trilha sonora (Mark Isham). Por sua incrível transformação física no papel-título, Foster recebeu ainda sua quarta nomeação ao Oscar.

É a comovente história de Nell Kellty, jovem encontrada em uma cabana afastada, numa floresta da Carolina do Norte. Ela nunca teve contato com o mundo exterior, viveu apenas ao lado da mãe eremita e desenvolveu um dialeto próprio. Descoberta pelas autoridades locais, Nell passa a ser estudada pelo Dr. Jerome Lovell (Liam Neeson) e pela psicóloga Paula Olsen (Natasha Richardson). Os dois tentam ajudá-la a se adaptar na sociedade.

No desenrolar do filme, evidencia-se uma forma de comunicação universal – a linguagem humana, que envolve não só as palavras, mas os sentimentos e seus sinais não-verbais.

EXTRAS:
* Por trás das cenas.

NOVAS EDIÇÕES ESPECIAIS COM CARDS + EXTRAS, INCLUINDO “OS EMIGRANTES” E “DRUGSTORE COWBOY”

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ENTRE OS LANÇAMENTOS DO SELO OBRAS-PRIMAS, ESTÃO DOIS CLÁSSICOS DO CINEMA SUECO DIRIGIDOS POR JAN TROELL, DIFERENTES VERSÕES DE “O SÉTIMO CÉU” (1927 E 1937) E O CULT “DRUGSTORE COWBOY“, QUE REVELOU O TALENTO DE GUS VAN SANT.

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O SÉTIMO CÉU (1927 E 1937)

O DVD traz duas adaptações da peça homônima de Austin Strong. A primeira, lançada em 1927, foi um imenso sucesso comercial e faturou três estatuetas do Oscar: melhor diretor (Frank Borzage), atriz (Janet Gaynor) e roteiro adaptado, além de indicações a filme e direção de arte. Em 1937 veio uma nova versão do melodrama, com direção de Henry King (do igualmente romântico “Suplício de uma Saudade“), orçamento maior da Twentieth Century Fox, e a francesa Simone Simon e o astro James Stewart nos papéis centrais.

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Na trama, um limpador de bueiros em Paris, que anseia por um aumento de status e uma bela esposa, salva a vida de uma jovem mulher. Os dois lentamente se apaixonam até que a guerra intervém na vida de ambos.

EXTRAS:
* Entrevista em áudio com o diretor Frank Borzage (27 minutos).

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JAN TROELL – OS EMIGRANTES + O PREÇO DO TRIUNFO

DVD Duplo com dois dos maiores filmes suecos de todos os tempos: “Os Emigrantes” (1971) e sua continuação, “O Preço do Triunfo” (1972), ambos dirigidos e coescritos por Jan Troell.

Estrelados pelos bergmanianos Liv Ullmann e Max Von Sydow, os dois épicos retratam com emoção e lirismo a jornada de uma família de fazendeiros que deixa a Suécia com destino ao Novo Mundo, na metade do século 19. Considerado um dos sucessores de Bergman no cinema escandinavo, Troell assina a direção, a edição, o roteiro (ao lado de Bengt Forslund) e a fotografia dessa saga baseada na obra de Vilhelm Moberg.

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DISCO 1:

OS EMIGRANTES

Kristina e Karl-Oskar vivem com a família numa pequena vila rural em Smalanda, na Suécia. Após uma tragédia, eles vendem tudo e decidem viajar com um grupo de agricultores para os EUA numa longa viagem a bordo de um navio, mesmo sabendo que alguns nunca chegarão ao Novo Mundo.

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Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 1972, e à atriz (Liv Ullmann), filme, diretor e roteiro adaptado em 1973. Premiado com o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro e atriz em filme dramático.

DISCO 2:

O PREÇO DO TRIUNFO

Na América, os emigrantes suecos são recompensados por seu trabalho duro e agora têmuma vida melhor, embora ainda enfrentem dificuldades como a guerra e enfermidades.

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Clássico vencedor do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro e indicado ao Oscar na mesma categoria.

EXTRAS:
* Entrevista com o diretor Jan Troell (35 min.)
* Entrevista com a atriz Liv Ullmann (24 min.)

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DRUGSTORE COWBOY

Um marco do cinema independente americano, o filme chamou atenção para o talento de Gus Van Sant (“Gênio Indomável“), então em seu segundo longa como diretor. Escrito por ele e Daniel Yost, “Drugstore Cowboy” é baseado no romance autobiográfico de James Fogle, um ex-usuário e traficante de drogas. Ele cumpriu pena em um presídio de segurança máxima até 2001, mantendo o hábito de roubar farmácias até sua morte, em 2012.

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Gus Van Sant dirige Matt Dillon

No filme, ambientado em Portland (Oregon, EUA) na década de 1970, Bobby Hughes (Matt Dillon) e sua companheira Diane (Kelly Lynch) juntam-se aos novatos no crime Rick e Nadine (James Le Gros e Heather Graham) para roubar farmácias em busca de drogas. Com um policial em seu encalço, o paranoico Bob ainda precisa lidar com superstições que o perseguem, como nunca deixar um chapéu em cima da cama.

Um dos cults do final dos anos 1980, premiado no Festival de Berlim e com o Independent Spirit Award de melhor ator (Dillon), ator coadjuvante (Max Perlich), roteiro e fotografia.

Em cena, William S. Burroughs e Matt Dillon

Em cena, William S. Burroughs e Dillon

Destaque para a participação especial do escritor beatnick William S.Burroughs (autor de “Almoço Nu”), no papel de um ex-padre viciado em heroína.

EXTRAS:
* Making of do filme (27 min)
* Spot de TV

BLACK FRIDAY NA 2001: “OBRAS-PRIMAS DO CINEMA” A PARTIR DE 19,90

UMA INCRÍVEL PROMOÇÃO COM CLÁSSICOS E CULTS DO SELO “OBRAS-PRIMAS DO CINEMA“.

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NÃO PERCA A SELEÇÃO, QUE INCLUI VÁRIAS EDIÇÕES  COM CARDS E EXTRAS.

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A SEGUIR, ALGUNS TÍTULOS INCLUÍDOS NA PROMOÇÃO (POR TEMPO LIMITADO):

GYPSY – EM BUSCA DE UM SONHO

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Autobiografia romanceada da dançarina Gypsy Rose Lee, pioneira americana do teatro burlesco e do strip-tease. Baseado no musical homônimo da Broadway, o filme tem direção de Mervyn Reroy e canções de Stephen Sondheimno. O maior desejo de Mama Rose (Rosalind Russell) é ver suas filhas conquistarem o sucesso na Broadway. Ela deposita grande parte de suas esperanças na filha mais velha e tímida, Louise (Natalie Wood). Russell conquistou o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical.

CHARITY, MEU AMOR

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Estreia do coreógrafo Bob Fosse (“Cabaret”) como diretor no cinema, o filme foi escrito por Neil Simon, a partir do espetáculo homônimo de 1966, que por sua vez conta uma história inspirada em “Noites de Cabíria”, de Federico Fellini. Interpretada por Shirley MacLaine (inesquecível), Charity é uma dançarina de cabaré, sempre otimista, à procura do verdadeiro amor, mas sempre envolvendo-se com os homens errados. Quando conhece o tímido Oscar, ela finalmente acredita que sua sorte irá mudar. Nos extras, featurettes e final alternativo.

CASA, COMIDA E CARINHO

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Sucesso em seu lançamento, o musical de Charles Walters marcou o reencontro de Gene Kelly e Judy Garland – esta em seu último trabalho para a MGM. Na trama, uma família simples do interior aceita que uma companhia da Broadway monte um novo espetáculo em sua fazenda, transformando a proprietária Jane (Garland) em estrela do show. Em DVD com a dublagem clássica em português, além do idioma original em inglês, mais documentário sobre os conturbados bastidores do filme.

OS RUSSOS ESTÃO CHEGANDO! OS RUSSOS ESTÃO CHEGANDO!

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Aclamada comédia que parodia a Guerra Fria, que ainda dominava a sociedade norte-americana e o noticiário nos anos 1960. Na trama, o atrapalhado capitão de um submarino russo deixa a embarcação encalhar nos bancos de areia numa ilha da Nova Inglaterra, na costa estadunidense. Secretamente, os marinheiros saem em busca de um barco para puxar o submarino e desencalhá-lo, mas se metem em confusões que colocam em pânico os habitantes da pequena cidade. Quatro indicações ao Oscar: melhor filme, ator (Alan Arkin), roteiro adaptado e montagem.

O PERIGOSO ADEUS

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Adaptado do romance “Hard Boiled”, do genial Raymond Chandler (de “À Beira do Abismo”), o filme é uma reinterpretação de Robert Altman do cinema noir e serviu de referência para o cineasta Paul Thomas Anderson em seu recente “Vício Inerente”. Na intrincada trama, o detetive particular Philip Marlowe (Elliott Gould) tenta ajudar um amigo acusado de matar a esposa. Nos extras do DVD, documentário especial com Altman e Gould (25 min.) e depoimento do diretor de fotografia Vilmos Zsigmond (14 min).

COLEÇÃO DOSE DUPLA – BARBARA STANWYCK

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Em CASEI-ME COM UM MORTO (1950), dirigido por William A. Wellman, a estrela interpreta Helen Ferguson, uma mulher grávida que é abandonada pelo namorado. Sem dinheiro, ela resolve voltar para sua terra natal e, após uma reviravolta do destino, assume a identidade de Patrice Harkness. Já no clássico noir TRIUNFOS DE MULHER (1931), Stanwyck vive Lora Hart, que passa a trabalhar num hospital e, à noite, em plantões noturnos na casa de duas crianças muito doentes, onde percebe que há algo muito estranho. No elenco, Clark Gable.

COLEÇÃO DOSE DUPLA – JOAN CRAWFORD

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Em CAMINHO DA REDENÇÃO (1949), de Michael Curtiz, a dançarina Lane Bellamy (Crawford, de “Mamãezinha Querida, que sai em DVD em setembro) vai parar em uma pequena cidade do interior governada pelo corrupto Titus Semple (Sydney Greenstreet, de “Relíquia Macabra”), que logo deseja expulsá-la para fora da cidade. Já em TRÊS AMORES (1934), a atriz vive Sadie McKee, que é apaixonada por um homem que a desprezou. Sozinha e desprezada, ela começa a trabalhar numa boate, onde conhece um bilionário que se apaixona por ela.

TERRA DE PAIXÕES

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Em uma plantação de borracha na Indochina francesa, o proprietário Dennis Carson (Clark Gable), uma prostituta chamada Vantine (Jean Harlow) e Barbara Willis (Mary Astor), esposa de um engenheiro, são envolvidos em um triângulo amoroso. Carson abandona uma relação informal com Vantine para perseguir Barbara que é casada com seu funcionário. Dirigido por Victor Fleming (de “E o Vento Levou…”) e baseado em peça teatral.

O SOLAR DE DRAGONWYCK

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Adaptado do romance “Dragonwyck” de Anya Seton, este melodrama gótico de 1946 marca a estreia do grande Joseph L. Mankiewicz (1909–1993) na direção. Na trama, Nicholas Van Ryn (Vincent Price) vive numa enorme propriedade em Hudson Valley (Nova York). Infeliz no casamento com uma mulher incapaz de dar-lhe um filho, ele se apaixona por Miranda (Gene Tierney), uma parente distante.

O JARDIM ENCANTADO (1949)

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A tempestuosa Mary Lennox (Margaret O’Brien), filha de uma família rica na Índia, fica órfã após uma epidemia de cólera. Ela é enviada para viver com o recluso e amargurado tio Archibald Craven (Herbert Marshall) e seu primo Colin (Dean Stockwell) numa propriedade desolada e decadente, até que o irmão de uma das empregadas da casa revela a existência de um jardim misterioso por trás de uma porta.Refilmado em 1993.

O ÍDOLO CAÍDO

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Baseado no conto “The Basement Room”, de Graham Greene, o longa trata de um tema caro ao escritor: a descoberta infantil da moralidade e do mundo adulto. O cineasta Carol Reed usou ângulos de câmera distorcidos e composições incomuns na época para sugerir a desordem mental do garoto protagonista. Indicado ao Oscar de melhor direção e roteiro, o filme mostra a inocência de uma criança corrompida por um adulto. Nos extras, documentário sobre Reed.

COLEÇÃO DOSE DUPLA – RONALD NEAME

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Dois clássicos dirigidos pelo diretor inglês de  “O Dossiê de Odessa”: O HOMEM QUE NUNCA EXISTIU (1956), com Clifton Webb e Gloria Grahame, e GLÓRIA SEM MÁCULA (1960), indicado ao Oscar de melhor roteiro original. No primeiro, ambientado durante a II Guerra Mundial, Neame recria a famosa e bem-sucedida “Operação Mincemeat”; enquanto o segundo longa toma forma logo após o conflito, com o boêmio Major Jock Sinclair (Alec Guinness), amigo de seus subordinados, vivendo seus últimos dias no comando de um regimento escocês.

EU TE MATAREI, QUERIDA!

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Em 1838, Ambrose (John Sutton) morre em circunstâncias suspeitas em Florença. Seu primo, Philip Ashley (Richard Burton), desconfia que ele foi assassinado pela esposa, Rachel (Olivia de Havilland), a fim de herdar sua fortuna. Porém, ao conhecê-la, Philip acaba se apaixonando e começa a achar que suas suspeitas possam ser infundadas. Dirigido por Henry Koster e baseado em romance de Daphne du Maurier (“Rebecca“), o filme concorreu ao Oscar nas categorias de melhor ator coadjuvante (Richard Burton), fotografia, direção de arte e figurino.

ODEIO-TE MEU AMOR

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Escrito e dirigido por Preston Sturges, e estrelado por Rex Harrison (“Minha Bela Dama”) e Linda Darnell (“Paixão dos Fortes”), o filme é uma comédia de humor negro sobre as tentativas delirantes de um maestro para assassinar sua esposa, que ele acredita ser infiel. Membro do Monty Python, Terry Jones comenta nos extras do DVD que este clássico de 1948 é “… uma sátira sobre a forma como os homens pensam sobre si mesmos”.

A SEDUTORA MADAME BOVARY

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Suntuosa versão de Vincente Minnelli para o clássico de Gustave Flaubert, romance que provocou escândalo no seu lançamento, em 1857. Com Jennifer Jones no papel-título, James Mason como Flaubert, Van Heflin e o galã Louis Jourdan, o filme acompanha as ilusões românticas da esposa adúltera de um médico provinciano. Van Heflin e
Louis Jourdan completam o elenco deste melodrama indicado ao Oscar de melhor direção de arte (p&b) em 1950.

A CARTA QUE NÃO SE ENVIOU

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Uma obra-prima do cinema russo dirigida pelo mestre Mikhail Kalatozov (de “Eu Sou Cuba” e “Quando Voam as Cegonhas”). O clássico de 1959 marcou época com suas belas tomadas de câmera e imagens impressionantes da Sibéria, para mostrar uma expedição formada por quatro geólogos em busca de uma mina de diamantes, e sua luta para sobreviver após um grande incêndio. Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes.

A FACE DO OUTRO

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Marco da Nouvelle Vague japonesa dirigido por Hiroshi Teshigahara (do igualmente perturbador “A Mulher da Areia”), em mais uma parceria com o escritor Kôbô Abe. Na trama, um homem com rosto deformado por acidente é rejeitado pela esposa e submete-se à experiência de usar uma máscara feita de tecido natural. Porém, sua personalidade será afetada pela máscara. O DVD inclui ainda o curta-metragem “Ako” (1965), do mesmo diretor.

ADVERSIDADE

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Clássico de 1936 vencedor de quatro prêmios Oscar – incluindo melhor atriz coadjuvante (Gale Sondergaard) e indicado em mais três categorias. Dirigido por Mervyn LeRoy (“Quo Vadis”) e estrelado por Fredric March e Olivia de Havilland, o filme é baseado no livro de Hervey Allen e completa 80 anos, saindo em versão restaurada. No final do século 18 na Itália, uma bela jovem se vê casada com um homem mais velho e rico, mas cruel. No entanto, ela está apaixonada por alguém mais jovem, dando início a uma terrível tragégia e inúmeras reviravoltas.

LILI – EDIÇÃO ESPECIAL DE COLECIONADOR

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Indicado a 6 Oscar – incluindo melhor diretor (Charles Walters) e atriz (Leslie Caron, inesquecível) –, o filme é um dos musicais mais queridos da história do cinema. É a história de Lili, órfã de 16 anos que se apaixona por um mágico, ao mesmo tempo em que desperta o amor platônico de um operador de marionetes, Paul (Mel Ferrer). Ele interage com Lili por meio de seus bonecos, expressando seus sentimentos, como na célebre sequência de “Hi-Lili, Hi-Lo”. Nos extras, entrevista com Leslie Caron e o curta-musical “Festa dos Piratas na Ilha Catalina”.

A FLOR DO PÂNTANO

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Indicada ao Oscar de melhor canção em 1958, esta comédia romântica conta com Debbie Reynolds, estrela de “Cantando na Chuva” – e recentemente premiada com um Oscar honorário -, e Leslie Nielsen, que ficaria conhecido décadas depois como o tenente Frank Drebin de “Corra que a Polícia Vem Aí”. Quando o avião de Peter Brent (Nielsen) cai no pântano, ele é salvo pela jovem Tammy (Reynolds), uma garota do interior que vive com seu avô. Ela cuida de Pete e logo se apaixona, mas o forasteiro, recuperado, precisa retornar para casa e para sua noiva.

COLEÇÃO DOSE DUPLA – NATALIE WOOD

Natalie Wood e Robert Redford em cena

Natalie Wood e Robert Redford em “A Procura do Destino”

DVD com dois clássicos estrelados pela bela atriz nos anos 1960. Em À PROCURA DO DESTINO (1965), Wood interpreta a adolescente Daisy Clover, que sonha em se tornar atriz de cinema. Já na comédia BOB, CAROL, TED E ALICE (1969), ela faz parte de um sofisticado casal californiano que decide expandir os limites de seu casamento tendo casos extraconjugais. Seus melhores amigos, Ted e Alice, mais tradicionais, sempre ouviram suas provocativas aventuras, até o dia em que são convidados a trocar de parceiros.

NIJINSKY: UMA HISTÓRIA REAL

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Recorte da vida do bailarino russo de origem polonesa Vaslav Nijinsky (1889-1950) – interpretado pelo dançarino George De La Pena, do American Ballet Theatre -, o filme enfoca o triângulo amoroso formado por ele, sua esposa (Leslie Brown) e seu aristocrático empresário, Sergei Diaghilev (Alan Bates, em grande atuação). Com produção suntuosa, o filme é um retrato provocante da carreira (e sexualidade) de um dos maiores dançarinos de todos os tempos, e ainda marca a estreia de Jeremy Irons no cinema.

BREAKER MORANT

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Indicado ao Oscar de melhor roteiro em 1981, este clássico australiano tem direção de Bruce Beresford (de “Conduzindo Miss Daisy”) e foi considerado pelo History Channel um dos melhores filmes de
guerra de todos os tempos. “Breaker Morant’ acompanha o julgamento de três tenentes australianos acusados de um crime, durante a Guerra dos Bôers, em 1899. Nos extras do DVD, entrevistas com Beresford, com o diretor de fotografia Donald McAlpine e com os atores Bryan Brown e Edward Woodward.

VINTE E QUATRO OLHOS

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Dirigido por Keisuke Kinoshita, de “A Balada de Narayama”, o filme é a sensível crônica de uma professora devotada a seus alunos e a seus princípios, ao longo de duas décadas de história do Japão. Na trama, Hideko Takamine (“O Homem do Riquixá”) interpreta Hisako Oshi, professora que muda para uma pobre vila de pescadores, na ilha de Shodoshima, onde irá dá aulas para uma turma do primário. Despojada e com uma didática moderna, ela gera desconfiança na população local. Vencedor do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro em 1955.

GREY GARDENS

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Os irmãos Albert e David Maysles já tinham adquirido notoriedade pela direção de “Caixeiro-Viajante” (1968) e “Gimme Shelter” (1970), quando foram convidados pelas irmãs Jacqueline Onassis e Lee Radziwell para filmar o cotidiano da família, incluindo duas parentes distantes. Pois foram Edith Bouvier Beale e Edie Beale — respectivamente, mãe e filha que moravam reclusas numa mansão caindo aos pedaços em East Hampton — que despertaram o interesse dos documentaristas.

CORAÇÕES E MENTES (DVD DUPLO)

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Vencedor do Oscar em 1975, o filme dirigido por Peter Davis é considerado um dos melhores documentários de todos os tempos. A partir de extenso material de arquivo, Davis mostra com olhar crítico o confronto dos Estados Unidos no Vietnã, e os efeitos desastrosos de uma guerra. Explosivo, persuasivo e chocante, “Corações e Mentes” é uma experiência brutal e mantém seu impacto até hoje. DVD em versão remasterizada, com mais de duas horas de extras, além de livreto especial de 48 páginas, com fotos, depoimentos e curiosidades.

TRILOGIA DE APU (BOX COM 3 DVDs)

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Vencedor de um Oscar honorário em 1992, Satyajit Ray (1921-1992) é considerado um dos maiores cineastas da história, e expoente maior do humanismo no cinema. “A Canção da Estrada” (1955), que iniciou a trilogia do personagem Apu, conquistou prêmios em Cannes e o reconhecimento da crítica internacional para seu trabalho. Completada por “O Invencível” e “O Mundo de Apu”, a trilogia acompanha o crescimento (físico e espiritual) de Apu, desde a infância pobre em Bengali, passando por seus dias de estudante em Calcutá, até as adversidades e responsabilidades da vida adulta, em meio às tradições (e contradições) de seu país.

TRILOGIA GUERRA E HUMANIDADE (BOX COM 3 DVDs)

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Com bela fotografia em preto e branco e escopo épico, a saga do idealista Kaji (Tatsuya Nakadai), na Manchúria (China) ocupada durante a II Guerra, ia na contramão das produções belicistas da época ao criticar abertamente o militarismo japonês. O filme, dividido em três partes somando quase dez horas de duração, foi o projeto da vida de Masaki Kobayashi (1916–1996), que faria ainda mais três grandes trabalhos: “Harakiri” (1962), “Kwaidan – As Quatro Faces do Medo” (1964) e “Rebelião” (1967).

ESTOQUES LIMITADOS

QUATRO LANÇAMENTOS IMPERDÍVEIS, EM EDIÇÕES ESPECIAIS COM EXTRAS

ENTRE OS LANÇAMENTOS DA SEMANA, ESTÃO “O OUTRO LADO DA MEIA NOITE“, ADAPTAÇÃO DO BEST SELLER DE SIDNEY SHELDON; “A LOUCURA ENTRE NÓS“, DOCUMENTÁRIO SOBRE O COTIDIANO DE INTERNOS DE UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO; “MEU JANTAR COM ANDRÉ“, LONGA INDEPENDENTE DIRIGIDO POR LOUIS MALLE NOS EUA; E “A TOCHA DE ZEN“, ÉPICO DE ARTES MARCIAIS PREMIADO EM CANNES.

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O OUTRO LADO DA MEIA NOITE

Indicado ao Oscar de melhor figurino em 1978, o filme é a primeira adaptação de um best seller de Sidney Sheldon (1917-2007) para o cinema. Foi lançado quatro anos depois da publicação do livro, que encabeçou a lista dos mais vendidos do jornal “The New York Times” em 1973. Sheldon foi um dos escritores mais traduzidos do mundo, com mais de 300 milhões de cópias vendidas, e criou para a TV os seriados “Jeannie é um Gênio” e “Casal 20”.

Ambientado entre as décadas de 1930 e 1940, este drama romântico com locações em Atenas, Paris e Washington acompanha duas mulheres muito diferentes, mas que têm em comum o amor pelo mesmo homem. A sensual Noelle (Marie-France Pisier, de “O Amor em Fuga”) é uma famosa atriz que sai dos bairros pobres de Marselha para o sucesso nas telas. Já a americana Catherine (Susan Sarandon, em começo de carreira) é uma profissional bem-sucedida, mas totalmente insegura com os homens em geral.

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A direção é de Charles Jarrott (1927–2011), realizador inglês especializado em produções de época (“Ana dos Mil Dias”, “Mary Stuart, Rainha da Escócia” etc).

CURIOSIDADE: “O Outro Lado da Meia Noite” teve uma continuação, o telefilme “Lembranças da Meia-Noite” (1991), com Jane Seymour e Omar Sharif, ainda inédito em DVD no Brasil.

EXTRAS:
* Trecho de entrevista com Sidney Sheldon (29 minutos)
* Trailer Original

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A LOUCURA ENTRE NÓS

Exibido em festivais no Brasil e no exterior, o documentário mergulha no delicado universo dos pacientes psiquiátricos.

De 2011 a 2014, Fernanda Fontes Vareille, cineasta brasileira radicada na França, fez uma imersão no cotidiano de internos do Hospital Juliano Moreira, em Salvador. Para a realização deste trabalho, ela e sua equipe tiveram como ponto de partida a Criamundo, ONG de reinserção no mercado de trabalho de pacientes psiquiátricos, sediada no Hospital, e o livro homônimo do médico psiquiatra Marcelo Veras.

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Quais os limites da sanidade? E o que nos define como normais? – são algumas das questões propostas pelo filme, que discute a linha tênue entre loucura e normalidade.

Segundo Fernanda, “o filme possibilitou dar voz àquele que, muitas vezes, não se é dado a voz. Queríamos ter acesso à subjetividade das pessoas, através da palavra, do contar das suas histórias”.

EXTRAS:
* Entrevista com a diretora (3 minutos)
* Entrevista com Dr. Marcelo Veras (10 minutos)
* Um pouco mais de Lenor (6 minutos)
* Curta-metragem dirigido por Fernanda Fontes Vareille: “Deixe-me Viver – 2009” (26 minutos)

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MEU JANTAR COM ANDRÉ

Depois do escândalo de “Pretty Baby – Menina Bonita” (1978) e das indicações ao Oscar por “Atlantic City” (1980), Louis Malle (1932–1995) continuou trabalhando nos EUA, onde filmou esta produção independente escrita, em estilo teatral, por Wallace Shawn e Andre Gregory. Os dois emprestam não só seus nomes, mas suas experiências pessoais aos personagens na tela, explorando as fronteiras entre ficção e realidade.

No filme, o ator e dramaturgo Wallace Shawn encontra com Andre Gregory, famoso diretor de teatro nova-iorquino, para jantar em um restaurante do Upper East Side. Os dois não viam-se há muito tempo e travam uma longa conversa em tom confessional sobre amor, filosofia, morte, superstições, teatro, entre outros temas.

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Uma conversa estimulante, permeada por egos, ironias e referências culturais, entre dois intelectuais refletindo sobre suas vidas e o mundo a seu redor.

CURIOSIDADE: Malle voltaria a dirigir Shawn e Gregory em “Tio Vanya em Nova York” (1994), adaptação metalinguística da peça de Anton Tchécov.

EXTRAS:
* Entrevista com André Gregory e Wallace Shawn (1:00:36)
* “My Dinner with Louis”, episódio do programa Arena BBC no qual Shawn entrevista Malle (52:08)

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A TOCHA DE ZEN

Premiado no Festival de Cannes, este épico de Taiwan com três horas de duração foi incluído na seleção do livro “1001 Filmes para Ver Antes de Morrer”. E, reverenciado por várias gerações de cineastas, o filme foi uma das referências de “O Tigre e o Dragão” (2000), de Ang Lee, e de “Kill Bill: Volume 1” (2003), de Quentin Tarantino.

Com cenas de ação brilhantemente coreografadas, paisagens deslumbrantes e edição inovadora para sua época, o longa de 1971 tem direção e roteiro do chinês King Hu (de “O Grande Mestre Beberrão”), que levou três anos para completar a saga de Yang, nobre procurada pelos assassinos de seu pai, durante a dinastia Ming. Em fuga, ela e sua mãe escondem-se em um forte abandonado, até serem descobertas por um jovem pintor do vilarejo.

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CURIOSIDADE: Um dos maiores épicos de artes marciais de todos os tempos, na nona posição entre os 100 melhores filmes chineses da lista do Hong Kong Film Awards.

EXTRAS:
* Entrevista com a atriz Feng Hsu (13 min.)
* Entrevista com Chun Shih (17 min.)
* Entrevista com o cineasta Ang Lee (13 min.)

ENTRE AS NOVIDADES DA 2001, NATALIE WOOD, DEBBIE REYNOLDS, ALAN BATES E UM CLÁSSICO JAPONÊS


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A CINEBIOGRAFIA DO BAILARINO RUSSO NIJINSKY, UM CLÁSSICO JAPONÊS PREMIADO COM O GLOBO DE OURO, UMA COMÉDIA ROMÂNTICA COM DEBBIE REYNOLDS E LESLIE NIELSEN, E DOIS FILMES ESTRELADOS POR NATALIE WOOD ACABAM DE CHEGAR NA 2001.

NIJINSKY: UMA HISTÓRIA REAL

Depois de concorrer ao Oscar de melhor direção por “Momento de Decisão” em 1978, Herbert Ross volta ao universo do balé no opulento drama de época “Nijinsky”.

Recorte da vida do bailarino russo de origem polonesa Vaslav Nijinsky (1889-1950) – interpretado pelo dançarino George De La Pena, do American Ballet Theatre -, o filme enfoca o triângulo amoroso formado por ele, sua esposa (Leslie Brown) e seu aristocrático empresário, Sergei Diaghilev (Alan Bates, em grande atuação).

Com produção suntuosa, o filme é um retrato provocante da carreira (e sexualidade) de um dos maiores dançarinos de todos os tempos, e ainda marca a estreia de Jeremy Irons no cinema.

EXTRAS: Diaghilev e a “Ballets Russes” (27min.) * Trailer (1 min.)

Previsão de entrega: 13/4

Previsão de entrega: 13/4

VINTE E QUATRO OLHOS

Dirigido por Keisuke Kinoshita, de “A Balada de Narayama” (1958), o filme é a sensível crônica de uma professora devotada a seus alunos e a seus princípios, ao longo de duas décadas de história do Japão.

Na trama, Hideko Takamine (de “O Homem do Riquixá”) interpreta Hisako Oshi, professora que muda para uma pobre vila de pescadores, na ilha de Shodoshima, onde irá dá aulas para uma turma do primário. Despojada e com uma didática moderna, ela gera desconfiança na população local, mas logo conquista as crianças. São 7 meninas e 5 meninos – os 24 olhos do título -, e com eles a protagonista passa a dividir momentos importantes da vida de cada um, em meio a alegrias, perdas e até mesmo a guerra.

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Um dos clássicos mais queridos do público japonês, vencedor do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro em 1955.

EXTRAS: Entrevista com Tadao Sato (19 minutos) * Trailers originais (5 min.)

Previsão de entrega: 13/4

Previsão de entrega: 13/4

A FLOR DO PÂNTANO

Indicada ao Oscar de melhor canção em 1958, esta comédia romântica conta com Debbie Reynolds, estrela de “Cantando na Chuva” – e recentemente premiada com um Oscar honorário -, Walter Brennan (de “O Galante Aventureiro”) e Leslie Nielsen, que ficaria conhecido décadas depois como o tenente Frank Drebin de “Corra que a Polícia Vem Aí”.

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Quando o avião de Peter Brent (Nielsen) cai no pântano, ele é salvo pela jovem Tammy (Reynolds), uma garota do interior que vive com seu avô. Ela cuida de Pete e logo se apaixona, mas o forasteiro, recuperado, precisa retornar para casa e para sua noiva.

Primeiro de quatro filmes com a personagem “Tammy”, adaptada para o cinema a partir do livro “Tammy Out the Time”, escrito por Cid Ricketts Sumner.

EXTRAS: Curta inédito “Tow Hearts in Wax Time” (15 min.) * Trailer original (2 min.)

Previsão de entrega:13/4

Previsão de entrega: 13/4

COLEÇÃO DOSE DUPLA – NATALIE WOOD

DVD com dois clássicos estrelados pela bela atriz nos anos 1960:

À PROCURA DO DESTINO (Inside Dayse Clover, 1965, 128 min.)

A adolescente Daisy Clover (Natalie Wood) tem apenas 15 anos de idade e sonha em se tornar atriz de cinema. Decidida a alcançar seu objetivo, ela faz um teste com o produtor Raymond Swan (Christopher Plummer). Encantado pela garota, ele faz dela uma estrela, e Daisy terá de lidar com sua nova vida de celebridade na agitada Hollywood dos anos 1930. Indicado ao Oscar de melhor atriz coadjuvante (Ruth Gordon), direção de arte e figurino.

Natalie Wood e Robert Redford em cena

Natalie Wood e Robert Redford em cena

BOB, CAROL, TED E ALICE (Bob & Carol & Ted & Alice, 1969, 105 min.)

Bob e Carol são um sofisticado casal californiano que decide expandir os limites do seu casamento tendo casos extraconjugais. Seus melhores amigos, Ted e Alice, mais tradicionais, sempre ouviram suas provocativas aventuras, até o dia em que são convidados a trocar de parceiros.

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“Swing” de casais: Elliott Gould, Natalie Wood, Robert Culp e Dyan Cannon

Dirigida e coescrita por Paul Mazursky, esta comédia de costumes em torno da prática do “swing” marcou época com sua proposta ousada, captando o espírito da liberação sexual que emergia nos anos 60.

Indicações ao Oscar: melhor ator coadjuvante (Elliott Gould), atriz coadjuvante (Dyan Cannon), roteiro original e fotografia.

EXTRAS: Contos de Bob, Carol, Ted e Alice (17 min.)

MAIS DA COLEÇÃO DOSE DUPLA:

Barbara Stanwyck
Doris Day
Ingrid Bergman
Joan Crawford
Ronald Neame