sexo e drogas

DICAS PARA O FIM DE SEMANA: INÉDITOS NOS CINEMAS, AGORA NA 2001

Confira a seguir as dicas da equipe 2001 Vídeo:

Frank e o Robô
(Robot & Frank, EUA, 2012, Cor, 89′)
Sony – Drama – 12 anos
Direção: Jake Schreier
Elenco: Frank Langella, James Marsden, Liv Tyler, Peter Sarsgaard, Susan Sarandon, Jeremy Sisto

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Ambientado “em um futuro próximo”, numa bucólica cidade nos arredores de Nova York, o filme é um singelo conto em torno de Frank (Frank Langella, indicado ao Oscar por “Frost/Nixon“). Aos 70 anos, já aposentado, o personagem vive solitário numa casa afastada da cidade ou vizinhos, e começa a demonstrar sinais de perda da memória. Ele fala com Hunter (James Marsden), o filho mais velho, como se este ainda estivesse na universidade e esquece que seu restaurante favorito fechou há anos. Preocupado, Hunter presenteia o pai com um robô “coordenador de saúde”, uma espécie de mordomo que irá ajudar nas tarefas domésticas e lhe fazer companhia.

Avesso a novas tecnologias, Frank desdenha do presente e custa a aceitar a ajuda do robô (dublado por Peter Sarsgaard), mas com o tempo começa a aceitá-lo, já que a máquina revela-se mais versátil do que ele pensava. Não só versátil, mas confidente e até colaborativa, a partir do momento em que a trama revela que o pacato protagonista cumpriu, no passado, pena na prisão por assalto e evasão fiscal. O robô começa a aprender os truques e a ajudar o ladrão, que planeja a volta à ativa com um novo golpe.

Premiado nos EUA, e inédito no Brasil, o filme conta ainda com a presença sempre marcante de Susan Sarandon, no papel de uma amiga (e interesse amoroso) de Frank

Premiado nos EUA, e inédito no Brasil, o filme conta ainda com a presença sempre marcante de Susan Sarandon, no papel de uma amiga (e interesse amoroso) de Frank

Vencedor do prêmio Alfred P. Sloan no Festival de Sundance em 2012, “Frank e o Robô” toma caminhos inesperados com a subtrama de assalto, mas prende mesmo a atenção é com a espirituosa (e por vezes inusitada) interação entre o grande ator Frank Langella e seu comparsa cibernético.

 
Temple Grandin*
(Idem, EUA, 2010, Cor, 107′)
Warner – Drama – 10 anos
Direção: Mick Jackson
Elenco: Claire Danes, Julia Ormond, David Strathairn, Catherine O’Hara

02Alçada à fama com “Romeu + Julieta” (1996), no qual atuou ao lado de Leonardo DiCaprio, Claire Danes reinventou-se como atriz ao protagonizar, em 2010, o telefilme “Temple Grandin”. Consolidada na TV americana, logo depois ela brilharia também na aclamada série “Homeland“.

Parcialmente narrado em flashbacks, o premiado telefilme da HBO é baseado na história real da personagem-título, uma autista que revolucionou o tratamento do gado para abate na América, além de lutar contra o estigma de uma doença pouco compreendida na época.

Temple lutou a vida inteira para superar os desafios impostos pelo autismo e conseguiu tirar proveito de sua excepcional habilidade de pensar e ver o mundo em imagens. Sua trajetória começa nos anos 1960, com a entrada numa escola especial, onde conhece um professor (David Strathairn, de “Boa Noite e Boa Sorte”) que acredita em seu potencial. Sem jamais desistir, ela consegue ingressar na universidade e trabalhar na indústria do gado.

Claire Danes, com o Emmy recebido pelo telefilme, posa ao lado da verdadeira Temple Grandin. Antes de ser consagrada pelo papel  de Carrie na série "Homeland", a atriz reinventou a sua carreira ao estrelar o premiado telefilme da HBO, agora disponível para locação na 2001

Claire Danes (com o prêmio Emmy) posa ao lado da verdadeira Temple Grandin [confira no video abaixo um depoimento dela sobre o autismo]. Antes de se consagrar com o papel de Carrie na série “Homeland”, a atriz reinventou a sua carreira ao estrelar o premiado telefilme da HBO, agora disponível para locação na 2001

Vencedora dos principais prêmios da TV, como o Emmy e o Globo de Ouro de melhor atriz, Claire vive um grande arco dramático de Temple, da adolescência até o período pós-faculdade, sem cair na caricatura de uma autista. É uma atuação emocionante, e o principal motivo para o sucesso da cinebiografia, que acerta ainda ao materializar em imagens o fascinante processo mental de Temple.

* Emmy de melhor telefilme, direção, atriz (Claire Danes), atriz coadjuvante (Julia Ormond), ator coadjuvante (David Strathairn), trilha sonora e montagem

Música da Alma
(The Sapphires, AUS, 2012, Cor, 103′)
Paris – Drama – Verifique a classificação indicativa
Direção: Wayne Blair
Elenco: Chris O’Dowd, Deborah Mailman, Jessica Mauboy, Kylie Belling, Lynette Narkle

03Diferentemente do que o pôster possa sugerir, “Música da Alma” não é uma variação australiana de “Dreamgirls“, e sim um recorte da trajetória de um grupo de soul formado por quatro mulheres aborígenes, que lutam contra a discriminação racial nos anos 1960.

Tony Briggs transformou a história de sua mãe – integrante do quarteto The Sapphires (As Safiras) original – num espetáculo musical em 2004 e transpôs a peça para o cinema em 2012. O filme retrata o abismo social enfrentado pelos povos indígenas na Austrália e apresenta, nesse cenário, um trio de irmãs aborígenes, com incrível talento para o canto, que acaba descoberto por Dave Lovelace (Chris O’Dowd, de “Missão Madrinha de Casamento”).

Músico irlandês fracassado que trabalha como DJ, Dave torna-se empresário das jovens e as estimula a trocar o estilo country/música de raiz pelo soul. Com a adição de uma quarta integrante, surge o grupo The Sapphires, assim batizado em menção ao sucesso das Supremes nos EUA.

 
Intérpretes de clássicos da Motown, as cantoras irão enfrentar o desafio de entreter as tropas americanas durante a Guerra do Vietnã, em 1968. Expostas aos horrores do conflito, “as Safiras” começam a refletir sobre a sua identidade, ao servir de atração a outro tipo de colonizador.

O Sistema
(The East, EUA/ING, 2013, Cor, 116′)
Fox – Drama – 14 anos
Direção: Zal Batmanglij
Elenco: Brit Marling, Alexander Skarsgård, Ellen Page, Toby Kebbell, Patricia Clarkson, Julia Ormond

04Revelada na ficção-científica indie “A Outra Terra“, a atriz Brit Marling coescreveu – ao lado do diretor Zal Batmanglij – o explosivo drama “O Sistema”, exibido no Festival de Sundance em 2012. Produzidos pelos irmãos Ridley (de “O Conselheiro do Crime”, que acaba de estrear no Brasil) e Tony Scott (falecido em 2012), o longa acompanha a jornada de Sarah (Brit), funcionária de uma empresa de segurança privada. Ambiciosa, ela é escolhida para atuar como agente infiltrada num grupo de ativistas radicais denominado “O Leste” (The East, título original do filme).

“Somos o Leste e este é apenas o começo”, informa em voz off na abertura Izzy (Ellen Page, de “Juno”), uma das militantes do grupo “eco-terrorista” que planeja, nos próximos seis meses, contra-atacar três grandes empresas supostamente responsáveis por comercializar produtos nocivos à saúde ou à natureza. Sarah consegue entrar nessa espécie de coletivo anarquista, formado por jovens bem nascidos que optaram por viver idealisticamente, escondidos numa fazenda.

Inédito no Brasil, "O Sistema" traz no elenco Brit Marling ("A Negociação"), Alexander Skarsgård ("Melancolia"), Ellen Page ("A Origem) e Toby Kebbell ("Rocknrolla"). Dotado de relevância assustadora hoje, o roteiro do filme serve de alerta para os perigos do ativismo que desemboca na violência

Inédito no Brasil, e assustadoramente relevante hoje, “O Sistema” traz no elenco Brit Marling (“A Negociação”), Alexander Skarsgård (“Melancolia”), Ellen Page (“A Origem”) e Toby Kebbell (“Rocknrolla”)

Não demora para a agente disfarçada ganhar a confiança de seu alvo, e ao mesmo tempo simpatizar cada vez mais com seus ideais, além de se deixar envolver por seu líder – o misterioso e sedutor Benji. Interpretado por Alexander Skarsgaard (um dos vampiros de “True Blood“), o personagem, de aura messiânica, confere conotação de culto à organização “ativista”, que comete atos extremos como envenenar os funcionários de uma empresa farmacêutica com o mesmo remédio por ela fabricado e que custou a vida de pacientes inocentes.

Com seu grupo de anarquistas/terroristas dotados de consciência social, o filme entra em um terreno perigoso, ainda mais nos dias atuais com a eclosão de violentas manifestações populares ao redor do mundo. As motivações dos personagens de “O Sistema” partem de causas legítimas, mas seus atos incorrem na velha justiça com as próprias mãos.

 
Spring Breakers – Garotas Perigosas
(Spring Breakers, EUA, 2012, Cor, 94′)
Universal – Drama – 18 anos
Direção: Harmony Korine
Elenco: Vanessa Hudgens, Selena Gomez, Ashley Benson, Ashley Benson, Rachel Korine

05Corroteirista de “Kids” e diretor de “Gummo – Vidas sem Rumo”, Harmony Korine volta a causar polêmica com “Spring Breakers”, filme que atingiu inesperado sucesso de bilheteria nos EUA, apresentando um retrato nada lisonjeiro da juventude atual.

O longa acompanha a busca incessante por novas sensações e, acima de tudo, prazer, que preenche o vazio de quatro amigas que vão passar, no calor da Flórida, as tais férias de primavera do título. Sob o olhar crítico e ao mesmo tempo fetichista de Korine, as personagens interpretadas por Selena Gomez (“Ramona e Beezus”), Ashley Benson (“The OC”), Vanessa Hudgens (de “High School Musical”!) e Rachel Korine (esposa do diretor) entram numa espiral de sexo e drogas que culmina com a sua prisão.

A liberdade, mediante o pagamento de fiança, vem na figura de um extravagante traficante chamado Al (ou “Alien”), interpretado por James Franco, que compõe uma caricatura dos “gangsta rappers”. Fã de “Scarface”, o bandido simboliza a ostentação material do “sonho americano” levado às últimas consequências, com seus carros de luxo, roupas de marca e vocabulário limitado.

 
Imagens de farras sexuais adolescentes à la, por exemplo, “Jersey Shore” (da MTV) ou “Wild On” (do canal “E”) pontuam a narrativa como um contraponto irônico à realidade fantasiosa das protagonistas. “Você tem que fingir que é um jogo de videogame”, afirma, despreocupadamente, uma das jovens em determinado momento. À semelhança de um longo videoclipe lisérgico – pense em, por exemplo, “Smack My Bitch” da banda Prodigy -, o filme, goste ou não, recria o estado de letargia mental de jovens que confundem diversão com transgressão, ou até mesmo violência. A pergunta é: a troco de quê?

Butter – Deslizando na Trapaça
(Butter, EUA, 2011, Cor, 90′)
Europa – Comédia – Verifique a classificação indicativa
Direção: Jim Field Smith
Elenco: Jennifer Garner, Yara Shahidi, Ty Burrell, Hugh Jackman, Olivia Wilde, Alicia Silverstone

06Sem chamar a atenção no cinema desde o o escândalo que causou em “O Último Tango em Paris“, a manteiga ganha destaque na comédia de humor negro apropriadamente chamada “Butter”. Caricatura da classe média estadunidense, a produção explora as idiossincrasias de uma competição de “escultura de manteiga” que, por mais incrível que possa parecer para nós do sul do Equador, é uma prática comum no norte dos EUA.

Considerado o “Michelangelo da margarina”, por vencer o campeonato anual 15 vezes, Bob Pickler (Ty Burrell, de “Modern Family”) sai da disputa para dar lugar a sua ambiciosa esposa Laura (Jennifer Garner, “De Repente 30”).

Alpinista social, conservadora e neurótica, a madame fará de tudo para vencer, mas encontra uma adversária mais talentosa: uma menina afro-americana de apenas 11 anos. Em busca de reconhecimento social em seu mundinho de aparências, a personagem de Jennifer entra num crescendo de insanidade com a simples possibilidade de perder, lembrando outra obsessiva do cinema, a protagonista de “Eleição” (1999). A trama de enganos e intrigas se complica com a entrada de uma stripper (a bela Olivia Wilde, de “House“) e de um vendedor de carros, vivido pelo Wolverine (e galã) Hugh Jackman.

“QUATRO AMIGAS E UM CASAMENTO”: HUMOR POLITICAMENTE INCORRETO

Coproduzida pelo ator Will Ferrell e pelo diretor-roteirista Andy McKay, ambos de "Quase Irmãos", "Quatro Amigas e um Casamento" é mais uma comédia de humor negro marcada pelo humor besteirol, com personagens femininas assumindo papéis  geralmente atribuídos ao homem no gênero

Coproduzida pelo ator Will Ferrell e pelo diretor-roteirista Andy McKay, ambos de “Quase Irmãos”, “Quatro Amigas e um Casamento” é mais uma comédia de humor negro marcada pelo humor besteirol, com mulheres assumindo papéis geralmente atribuídos aos homens

Quatro Amigas e um Casamento
(Bachelorette, RUS, 2012, Cor, 87′)
Imagem – Comédia – 16 anos
Direção: Leslye Headland
Elenco: Kirsten Dunst, Rebel Wilson, Isla Fisher, Lizzy Caplan, James Marsden, Adam Scott

Sinopse: Amigas desde o colégio, Regan, Gena e Katie estão reunidas novamente, porque Becky, o “patinho feio” do grupo, foi pedida em casamento. Após o choque inicial da notícia, elas se unem para cumprir o papel de perfeitas madrinhas. O problema é que as três tinham certeza que se casariam antes dela e, para não dar o braço a torcer, vão aprontar muito na véspera da cerimônia.

 
O romantismo indissociavelmente ligado ao casamento como meta e concretização de um sonho desaparece por completo na comédia da diretora estreante Leslye Headland. Baseado em peça de autoria da própria cineasta, o filme introduz talvez as piores madrinhas de casamento do cinema recente.

Em cena, Lizzy Caplan, Kirsten Dunst e Isla Fisher: as piores madrinhas que uma noiva poderia ter. As três antagonistas confirmam tendência recente em Hollywood desde "Missão Madrinha de Casamento" - comédias com mulheres assumindo o papel transgressor geralmente atribuído aos homens, que elas podem sentir prazer e, principalmente, protagonizar cenas ridículas e

Em cena, as atrizes Lizzy Caplan, Kirsten Dunst e Isla Fisher: as piores madrinhas que uma noiva poderia ter são o mote desta despudorada comédia que mostra que as mulheres podem aprontar tanto quanto os homens, exercer sua sexualidade e fazer muito “barraco”

Indiferentes, invejosas e superficiais, a controladora Regan (Kirsten Dunst), a promíscua Gena (Lizzy Caplan) e a usuária de cocaína Katie (Isla Fisher) acabarão, em seu ciúme infantil, estragando o casamento da amiga apelidada de Pig Face (“Cara de Porco”). Dos preparativos para a festa, com brindes constrangedores à noiva, até uma despedida de solteira surpresa, não faltam palavrões, piadas de teor sexual e alusões ao peso da amiga que está prestes a se casar. Humor mais politicamente incorreto, impossível.

KABOOM! MAIS UMA CELEBRAÇÃO DA DIVERSIDADE SEXUAL E DA TRANSGRESSÃO POR GREGG ARAKI

Homossexual assumido, o cineasta norte-americano Gregg Araki fez sucesso junto a cinéfilos mais alternativos com o perturbador "Mistérios da Carne". Seus filmes são presença constante em festivais voltados ao público LGBT. "Kaboom" é mais um filme independente do cineasta - e uma orgia de sexo e drogas que faz o protagonista não distinguir mais a alucinação da realidade

Homossexual assumido, o cineasta norte-americano Gregg Araki fez sucesso junto a cinéfilos mais alternativos com o perturbador “Mistérios da Carne”, de 2004. Seus filmes são presença constante em festivais voltados ao público LGBT e “Kaboom” (disponível para locação e venda na 2001) é mais um trabalho independente. Nele, uma orgia de sexo e drogas faz o protagonista não distinguir mais alucinação da realidade

Kaboom
(Idem,  EUA/FRA, 2010, Cor, 86′)Vinny – Drama – 16 anos
Direção: Gregg Araki
Elenco: Thomas Dekker, Haley Bennett, Chris Zylka, Juno Temple

Sinopse: Smith passa seus dias na universidade à toa com sua melhor amiga, Stella. Depois de experimentar um biscoito temperado com alucinógenos, o rapaz começa a ter longas e estranhas viagens e, durante um de seus sonhos, vê uma garota ruiva ser assassinada. Sem saber se o que ele viu é real ou imaginário, ele decide descobrir a verdade por trás dessa alucinação.

 
Nascido em Los Angeles, Gregg Araki tornou-se um dos principais nomes da cena independente graças a filmes tematicamente ousados e carregados de homoerotismo como Geração Maldita (1995) e Mistérios da Carne (2004).

A confusão sexual, o desejo em ebulição e os distúrbios emocionais dos jovens retratados em sua perturbadora “trilogia adolescente do apocalipse” (formada por Totally F***ed Up, Geração Maldita e Nowhere) retornam em Kaboom (ou Ka-Boom, como descrito na capa do DVD).

Comédia teen com toques surreais de ficção-científica que lembram, por vezes, a atmosfera de Donnie Darko, o filme transcorre em um campus universitário no sul da Califórnia, onde o jovem Smith, dividido entre seu colega de quarto surfista e sua melhor amiga lésbica, experimenta os prazeres do sexo e uma série de inquietações. Sob influência de cookies alucinógenos, o estudante de cinema começa a sofrer delírios com assassinos usando máscaras de animais, uma seita de bruxas e até mesmo o fim do mundo.

No elenco, destaque para Juno Temple (à esquerda), jovem atriz inglesa que não tem medo de se expor em filmes transgressores - e que exploram a sexualidade - como "Killer Joe" e "Lovelace" (ainda inédito no Brasil). Ainda este ano, ela poderá ser vista em mais uma produção contra-indicada para estômagos mais sensíveis: a continuação de "Sin City".

No elenco, destaque para Juno Temple (à esquerda), jovem atriz inglesa que não tem medo de se expor em filmes transgressores – e que exploram a sexualidade – como “Killer Joe” e “Lovelace” (ainda inédito no Brasil). Ainda este ano, ela poderá ser vista em mais uma produção que promete carregar no sexo e na violência: a continuação de “Sin City”

As coisas se complicam a partir do momento em que o jovem – assim como o espectador – não consegue mais distinguir o que é real e o que é imaginado, pretexto para um caleidoscópio de personagens bizarros, imagens desconcertantes e cenas de sexo bem ao gosto do diretor.