Viola Davis

CONFIRA OS ÚLTIMOS LANÇAMENTOS NA 2001

A LUZ ENTRE OCEANOS

Baseado no aclamado livro homônimo de M.L. Stedman, o filme é um drama romântico à moda antiga, com grandes atuações e bela reconstituição de época. Depois de servir na Primeira Grande Guerra, o soldado Tom Sherbourne (Michael Fassbender, de “Steve Jobs“) regressa à Austrália como herói e consegue uma vaga temporária como faroleiro. Em uma rara visita à cidade, o solitário Sherbourne conhece a doce Isabel (Alicia Vikander), por quem se apaixona. Direção de Derek Cianfrance (do indie “Namorados para Sempre“).

O MERCADO DE NOTÍCIAS

Novo trabalho de Jorge Furtado, diretor do curta “Ilha das Flores“, o documentário intercala trechos da peça homônima do dramaturgo inglês Ben Jonson (1572- 1637) com depoimentos de 13 jornalistas brasileiros sobre o sentido e a prática de sua profissão, as mudanças na maneira de consumir notícias e o futuro da imprensa. Trechos da comédia de Jonson, montada e encenada para a produção do filme, revelam uma visão crítica e cada vez mais atual sobre o jornalismo.

SPLENDOR

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes, o filme traz Marcello Mastroianni no papel de Jordan, proprietário de um pequeno cinema no interior da Itália. Ao lado do projecionista Luigi (Massimo Troisi, de “O Carteiro e o Poeta”), ele faz de tudo para manter a sala em atividade, apesar da queda de público e da ascensão da televisão. Dirigido e escrito por Ettore Scola, “Splendor” é uma homenagem nostálgica à magia das antigas salas de cinema.

SOB CUSTÓDIA

Inédito nos cinemas brasileiros, o filme tem como maior trunfo a presença de Viola Davis, vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por “Um Limite Entre Nós“. Ela é Martha Schulman, juíza da vara de família que preside o caso de Sara Diaz (Catalina Sandino Moreno, “Maria Cheia de Graça”), que luta pela custódia dos dois filhos. Hayden Panettiere (“Nashville”), Tony Shalhoub (“Monk”) e Ellen Burstyn (“Réquiem para um Sonho”) completam o elenco.

FRAGMENTADO

Diretor de “O Sexto Sentido”, M. Night Shyamalan voltou a fazer sucesso de público e crítica com este thriller psicológico estrelado por James McAvoy. O ator escocês interpreta Kevin, um homem que sofre de múltiplas personalidades (24!) – uma delas extremamente perigosa, capaz de sequestrar três adolescentes e mantê-las em cativeiro.

BILLIONS – 1ª TEMPORADA

Elogiada pela crítica, a série enfoca — com Wall Street como pano de fundo — a rivalidade entre Chuck Rhoades (Paul Giamatti, “A Minha Versão do Amor“), procurador federal com planos de se tornar governador de Nova York, e Bobby Axelrod (Damian Lewis, o Nicholas Brody de “Homeland“), um manipulador empresário do mercado financeiro.

ASSASSINO A PREÇO FIXO – A RESSURREIÇÃO

Um dos astros de ação deste milênio, o inglês Jason Statham retorna ao papel de Arthur Bishop, um assassino de aluguel que tenta, sem sucesso, aposentar de seu ofício. Nesta continuação do sucesso de 2011 — por sua vez, uma refilmagem do clássico de 1972 com Charles Bronson –, o personagem esconde-se no Rio de Janeiro e logo é descoberto, sendo obrigado a eliminar três pessoas. Aventura com Jessica Alba, Tommy Lee Jones e Michelle Yeoh.

ATENTADO EM PARIS

Astro de “Game of Thrones”, Richard Madden encarna Michael Mason, norte-americano que vive de pequenos golpes em Paris até roubar uma bolsa ligada a um ataque terrorista. Um agente da CIA, Sean Briar (Idris Elba), percebe que ele é apenas o peão de uma conspiração criminosa. Em virtude do ataque à cidade de Nice em julho de 2016, o lançamento do longa foi adiado inúmeras vezes mundo afora.

CÃES SELVAGENS

Celebrado roteirista de “Taxi Driver” e “Touro Indomável”, Paul Schrader assina a direção deste policial — permeado de humor negro — baseado no livro pulp “Cão Come Cão”, de Eddie Bunker. Nicolas Cage e Willem Dafoe interpretam dois ex-presidiários de Los Angeles contratados para fazer um sequestro. É o início de uma série de eventos desconcertantes e reviravoltas. Em DVD e Blu-ray.

OPERAÇÃO MEKONG

Baseada em fatos reais, esta produção de Hong Kong se vale de incríveis cenas de ação para reconstituir o massacre envolvendo dois navios chineses encurralados no rio Mekong, localizado entre as fronteiras de Burma e da Tailândia, em 2011. No comando das investigações, o Capitão Gao Gang usa toda a sua experiência para descobrir o que causou a morte de 13 marinheiros em uma das maiores rotas de drogas do mundo.

PIROMANÍACO

Um jovem desequilibrado causa terror em uma vila do sul da Noruega neste thriller mais focado no estudo de personagem. De ritmo lento, o filme de Erik Skjoldbjærg, diretor da versão original de “Insônia” (1977), esmiuça em cenas perturbadoras a psicologia do piromaníaco do título, ninguém menos que o filho do chefe dos bombeiros local.

AMAZING JOURNEY – THE STORY OF THE WHO

Com a vinda do The Who em 21 de setembro, no estádio Allianz Parque em São Paulo, está de volta ao catálogo este DVD duplo sobre a história da banda inglesa. O documentário apresenta uma retrospectiva com entrevistas com o guitarrista Pete Townshend e com o vocalista Roger Daltrey, além de cenas inéditas e raras apresentações ao vivo. E confira também o clássico “Quadrophenia“, cult do cinema britânico baseado na ópera-rock homônima do The Who.

OSCAR 2017: CONTRA O RACISMO

EM 2016, A ACADEMIA DE ARTES E CIÊNCIAS CINEMATOGRÁFICAS DE HOLLYWOOD FOI MUITO CRITICADA POIS, PELO SEGUNDO ANO SEGUIDO, NENHUM ATOR NEGRO APARECIA ENTRE OS INDICADOS AO OSCAR NAS CATEGORIAS DE ATUAÇÃO. EM 2017 FINALMENTE VEIO A REPARAÇÃO, COM MAIOR REPRESENTAÇÃO DE ARTISTAS NEGROS: 18 AO TODO, ENTRE ATORES, CINEASTAS, PRODUTORES E TÉCNICOS.

Foi o primeiro ano em que atrizes negras e atores negros concorreram em todas as categorias de atuação — seis de um total de vinte disputando quatro categorias.

Indicados ao Oscar 2017: Denzel Washington (“Um Limite Entre Nós“), Ruth Negga (“Loving – Uma História de Amor“), Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo“), Viola Davis (“Um Limite…“), Mahershala Ali e Naomie Harris (ambos por “Moonlight”).  Grande vencedor da cerimônia deste ano, “Moonlight – Sob a Luz do Luar” continua inédito em DVD e Blu-ray no Brasil.

Viola Davis, por exemplo, se tornou a primeira mulher negra a ser indicada três vezes ao Oscar – por “Dúvida” (2008), “Histórias Cruzadas” (2011) e, agora, “Um Limite Entre Nós” (2016), que lhe valeu a estatueta de melhor atriz coadjuvante.

Confira a seguir quatro filmes indicados ao Oscar 2017 — já disponíveis em DVD na 2001 — que tratam de intolerância e preconceito racial.

UM LIMITE ENTRE NÓS

Adaptação da premiada peça teatral “Fences”, escrita pelo dramaturgo August Wilson (1945–2005), lembrado neste ano com uma indicação póstuma ao Oscar de melhor roteiro adaptado. O drama concorreu ainda a melhor filme, ator (Denzel Washington) e atriz coadjuvante (Davis).

Os dois atores repetem suas atuações da peça apresentada na Broadway, em longos diálogos que não escondem a origem teatral do filme. Nos anos 1950, Troy Maxson (Washington) tem 53 anos e mora com a esposa, Rose (Davis), e o filho mais novo, Cory (Jovan Adepo). Frustrado pela falta de oportunidades em sua juventude como jogador de beisebol, ele trabalha como coletor de lixo e luta para migrar para o posto de motorista do caminhão. Ressentido por não ter conseguido se tornar jogador profissional, devido à cor de sua pele, Troy não apoia o filho que sonha em se tornar jogador de futebol americano.

Coprodutor, diretor e protagonista, Washington empresta sua força e carisma a um personagem autoritário, frustrado pelas injustiças e pelo tratamento de segunda classe imposto aos negros naquela época, enquanto Davis emociona, entre a resignação e a revolta silenciosa, que culminam em uma cena de arrepiar.

Exemplo do melhor do teatro americano, “Um Limite Entre Nós” mostra as cercas (“Fences”, do título original) criadas para separar indivíduos e difundir o ódio, afetando profundamente suas vítimas.

ESTRELAS ALÉM DO TEMPO

Baseado no livro de não-ficção escrito por Margot Lee Shetterly, “Estrelas Além do Tempo” foi um tremendo sucesso nos EUA, marcando a maior bilheteria entre os indicados ao Oscar de melhor filme. Concorreu ainda a melhor atriz coadjuvante (Octavia Spencer) e roteiro adaptado.

Coproduzido por Pharrell Williams, o filme é uma incrível história de superação e luta contra o preconceito ambientada em 1961. Em plena Guerra Fria, EUA e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial e ainda vigoram absurdas leis de segregação racial na sociedade norte-americana.

Situação refletida dentro da NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar à parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

Kevin Costner, Kirsten Dunst, Mahershala Ali e Glen Powell completam o elenco.

LOVING – UMA HISTÓRIA DE AMOR

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes do ano passado, este novo trabalho do cineasta indie Jeff Nichols (revelado com “O Abrigo”) apresenta um caso real de segregação racial nos EUA.

Em 1958, Richard (o australiano Joel Edgerton, de “Aliança do Crime”) e Mildred Loving (Ruth Negga, indicada ao Oscar de melhor atriz) viajaram até Washington D.C. para se casar, já que a união interracial era proibida em seu estado, a Virgínia. Mas uma denúncia anônima leva policiais a invadir a residência do casal e prendê-lo, usando como prova incriminatória o certificado de seu matrimônio. Cerceados pelo Estado, os dois dão início a uma longa batalha legal pelo direito de permanecerem juntos. Michael Shannon (“Animais Noturnos”) interpreta o repórter fotográfico Grey Villet, da revista LIFE, cujas imagens ajudaram os Loving em sua luta.

Uma história que causa indignação, retratada antes no documentário “The Loving Story” (2011).

EU NÃO SOU SEU NEGRO

Dirigido pelo haitiano Raoul Peck, o documentário conquistou dois prêmios no Festival de Cinema de Berlim e concorreu ao Oscar da categoria. A obra do escritor James Baldwin (1924-1987) norteia uma reflexão profunda – e cada vez mais relevante – sobre a luta dos direitos civis pelos afro-americanos, com ênfase na morte dos líderes ativistas Medgar Evers, Malcom X e Martin Luther King.

Eu Não Sou Seu Negro” combina registros dos protestos na década de 1960, filmes de Hollywood que acompanham os comentários de Baldwin, além de registros de sua presença em debates e programas de TV – expondo sua visão a respeito da construção estrutural que é o racismo. O ator Samuel L. Jackson narra trechos de “Remember This House”, obra inacabada do autor sobre as relações étnicas durante a luta dos direitos civis nos EUA das décadas de 1950 e 1960.

Segundo a doutoranda em Antropologia Angela Peres, “A sutileza do filme está em mostrar que as principais disputas não são fotografadas, são as disputas de ideias. Branco é uma metáfora do poder”.

O MUSICAL “LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES” TRIUNFA NO GLOBO DE OURO 2017

NA NOITE DE ONTEM, EM BEVERLY HILLS (LOS ANGELES, EUA), ACONTECEU A 73ª EDIÇÃO DO PRÊMIO DA IMPRENSA ESTRANGEIRA EM HOLLYWOOD. “LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES” CONQUISTOU AS SETE CATEGORIAS EM QUE CONCORREU, TORNANDO-SE O MAIOR VENCEDOR DA HISTÓRIA DO GLOBO DE OURO.

O filme, dirigido e roteirizado por Damien Chazelle (do aclamado “Whiplash – Em Busca da Perfeição“), superou os clássicos “Um Estranho no Ninho” e “O Expresso da Meia-Noite”, que têm seis prêmios cada.

“La La Land” confirmou seu favoritismo, assim como “Moonlight – Sob a Luz do Luar” na categoria de melhor filme dramático, mas não faltaram surpresas na cerimônia de premiação. Revelado no drama britânico “O Garoto de Liverpool” (2009), Aaron Taylor-Johnson desbancou o preferido da crítica Mahershala Ali (“Moonlight”) e o astro Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”) na disputa como melhor ator coadjuvante. E a eterna dama do cinema francês. Isabelle Huppert, recebeu seu primeiro Globo de Ouro de melhor atriz, por sua atuação no controverso “Elle”, superando as favoritas Amy Adams (“A Chegada”) e Natalie Portman (“Jackie”).

“La La Land” e “Moonlight – Sob a Luz do Luar”

Nas categorias de televisão, “American Crime Story – O Povo Contra O.J. Simpson”, a primeira temporada da série “The Crown” e a minissérie “The Night Manager” dividiram os principais prêmios. Esta última, dirigida pela dinamarquesa Susanne Bier, teve três de seus atores premiados: Tom Hiddleston e, como coadjuvantes, Hugh Laurie e Olivia Colman.

E não podia faltar a grande homenageada da noite: Meryl Streep. Aos 67 anos, ela recebeu o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto da carreira, que abrange mais de quatro décadas de trabalho no cinema e na TV. Em seu discurso de agradecimento, a atriz criticou Donald Trump e a crescente xenofobia no país.

CONFIRA A SEGUIR TODOS OS PREMIADOS DO GLOBO DE OURO 2017:

CINEMA

MELHOR FILME (DRAMA)
“Moonlight”

MELHOR FILME (COMÉDIA OU MUSICAL)
“La La Land – Cantando Estações”

Depois de emplacar "Whiplash" comprova seu talento com o vibrante musical "La La Land", favorito não só ao Globo de Ouro mas também ao Oscar

Diretor e roteirista de “Whiplash“, Damien Chazelle segue como favorito ao Oscar com sua grande homenagem aos clássicos musicais de Hollywood

MELHOR DIRETOR
Damien Chazelle (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR ATOR (DRAMA)
Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”)

MELHOR ATRIZ (DRAMA)
Isabelle Huppert (“Elle”)

Com mais de 100 filmes no currículo, a grande dama do cinema francês concorre pela primeira vez ao Globo de Ouro, por seu papel forte e polêmico em "Elle", thriller aclamado no último Festival de Cannes

Com mais de 100 filmes no currículo, a grande dama do cinema francês recebeu seu primeiro Globo de Ouro, pelo forte e polêmico papel de “Elle”, também vencedor de melhor produção de língua estrangeira. Confira na 2001 mais trabalhos com a grande atriz

MELHOR ATOR (COMÉDIA OU MUSICAL)
Ryan Gosling (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR ATRIZ (COMÉDIA OU MUSICAL)
Emma Stone (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Aaron Taylor-Johnson (“Animais Noturnos”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Viola Davis (“Fences”)

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Com seis indicações ao Globo de Ouro, chegou finalmente a vez de Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) levar o prêmio, por sua atuação em “Fences”, drama dirigido por seu parceiro de cena, Denzel Washington

MELHOR ROTEIRO
Damien Chazelle (“La La Land – Cantando Estações)

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
“Elle” (França)

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO
Zootopia” (disponível para venda na 2001)

Com roteiro criativo – a favor da diversidade -, a produção da Disney “Zootopia” levou a categoria de melhor animação

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Justin Hurwitz (“La La Land – Cantando Estações”)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“City of Stars” (“La La Land”)

TV

MELHOR SÉRIE (DRAMA)
“The Crown”

MELHOR SÉRIE (COMÉDIA OU MUSICAL)
“Atlanta”

MELHOR ATRIZ (DRAMA)
Claire Foy (“The Crown”)

Donald Glover em “Atlanta”, Hugh Laurie e Tom Hiddleston em “The Night Manager”, e Claire Foy em “The Crown”

MELHOR ATOR (DRAMA)
Billy Bob Thornton (“Goliath”)

MELHOR ATRIZ (COMÉDIA OU MUSICAL)
Tracee Ellis Ross (“Black-ish”)

MELHOR ATOR (COMÉDIA OU MUSICAL)
Donald Glover (“Atlanta”)

MELHOR MINISSÉRIE OU TELEFILME
American Crime Story – O Povo Contra O. J. Simpson

Grande vencedor do Emmy no ano passado, “American Crime Story – O Povo Contra O.J. Simpson” levou o Globo de Ouro de melhor minissérie ou telefilme e melhor atriz (no mesmo formato) para Sarah Paulson

MELHOR ATRIZ (MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Sarah Paulson (“American Crime Story – O Povo Contra O. J. Simpson“)

MELHOR ATOR (MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Tom Hiddleston (“The Night Manager”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE (SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Olivia Colman (“The Night Manager”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE (SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME)
Hugh Laurie (“The Night Manager”)

Laurie, Hiddleston, Elizabeth Debicki, Olivia Colman e Tom Hollander em “The Night Manager”, minissérie baseada em obra de John Le Carré

OPINIÃO: HISTÓRIAS CRUZADAS

Indicado ao Oscar de melhor filme neste ano, Histórias Cruzadas é um dos principais lançamentos para locação nas lojas da 2001 Vídeo. Confira em DVD e Blu-ray o drama que conquistou o público americano

Histórias Cruzadas

Uma jovem branca que não faz distinção de cor. Essa é Skeeter Phelan, personagem de Emma Stone (Amor a Toda Prova) em Histórias Cruzadas. A curiosidade da jovem jornalista a faz produzir, com bastante empenho em seu primeiro trabalho, o relato de mulheres negras que trabalham para famílias brancas, na década de 1960. Ao ouvir as histórias dessas mulheres, Skeeter faz muito mais do que tomar conhecimento do que as empregadas pensam. Ela torna público o destrato com que as pessoas podem tratar o próximo, de acordo com a cor e sua classe social.

Viola Davis (Dúvida) e Octavia Spencer (Coach Carter – Treino para Vida), em interpretações magníficas que renderam indicação ao Oscar de melhor atriz para a primeira e o prêmio de atriz coadjuvante para a segunda, vivem as principais trabalhadoras que escolhem se arriscar para contar como é cuidar de toda uma família e ainda assim não receber dela o mínimo de consideração.

Ao lado de Meryl Streep, Viola Davis era favorita ao Oscar de melhor atriz por sua atuação forte e ao mesmo tempo sutil em Histórias Cruzadas

Em seu segundo longa-metragem como diretor, o ator Tate Taylor adaptou para o cinema o livro homônimo de Kathryn Stockett, transformando-o em um sensível e tocante filme que nos faz reavaliar nossas relações com os outros.

 

Comentário de
Graciela Paciência
Colaboradora da 2001 Sumaré
Av. Sumaré, 1744, Perdizes – São Paulo – SP